Vila Verde

Agrupamento de Escolas de Prado realizou a sua XIII Gala de Mérito

No âmbito do TEIP, no dia 6 de março, o Agrupamento de Escolas de Prado celebrou a XIII Gala de Mérito.

De regresso a casa, a cerimónia teve lugar no salão desportivo da escola sede, que, por uma noite, se transformou num espaço de encontro e celebração. Envolta numa atmosfera de alegria e partilha, a comunidade educativa reuniu-se “para aclamar, em uníssono, os valores do esforço, da perseverança e da excelência, enobrecendo o percurso escolar dos alunos e a identidade do agrupamento”, refere o diretor Luis Martins.

Ao longo da sessão, foram atribuídos prémios de mérito que distinguiram o empenho, a dedicação dos alunos no seu trajeto académico. Nesse reconhecimento, ecoou também nas entrelinhas, de forma discreta, a nobre missão do professor, muitas vezes, guia atento, e a presença dos pais e Encarregados de Educação, pilares essenciais deste caminho partilhado.

Na presente edição, foram entregues 139 Prémios de Mérito, “número que espelha claramente o compromisso do agrupamento com a superação e com a qualidade das aprendizagens”. Houve igualmente lugar à distinção da excelência desportiva, com a atribuição de dois prémios que festejaram a cooperação, a competição leal e o espírito de equipa.

A cerimónia contemplou ainda a atribuição de um Prémio de Cidadania a quatro alunos, cujo exemplo de atitude cívica, correção e responsabilidade entre os seus pares se revelou inspirador para todos. “A estes jovens reconheceu-se não apenas o saber, mas também o ser, dimensão transformadora que diariamente a escola cultiva e promove”.

A noite guardou também momentos de reconhecida surpresa. A agência da Caixa Agrícola de Prado associou-se à celebração, distinguindo com prémios os alunos que alcançaram média de nível cinco em todas as disciplinas, gesto que destacou o valor da excelência plena e do mérito conquistado com rigor e dedicação.

A gala foi valorizada por momentos culturais de notável sensibilidade estética. Dos mais novos aos mais velhos, o palco acolheu a música, a canção, a energia vibrante da percussão, onde as baquetas desenharam ritmos afinados e envolventes. A palavra ganhou corpo numa representação, que culminou com a canção Cinderela, de Carlos Paião, interpretada pela voz expressiva da aluna cantora, Ana Catarina.

“Foi, afinal, uma noite onde a arte encontrou o mérito e onde o talento floresceu em múltiplas formas! Alunos e Encarregados de Educação revelaram-se exímios intérpretes, sob a batuta inspiradora dos professores de Educação Musical, que conduziram estes momentos com sensibilidade e mestria”, finaliza Luis Martins.

Assim se celebrou, mais uma vez, o mérito, não apenas como distinção, mas como símbolo de um percurso
tecido de dedicação, esperança e futuro.

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