Vila Verde

Vila Verde avança com plano local para proteção de crianças e jovens

Chama-se VAI (Vamos Apostar na Infância) e é o plano local de promoção e proteção dos direitos e crianças e jovens de Vila Verde. Numa iniciativa da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Vila Verde, o plano contou com a participação das crianças e jovens, das famílias e de várias entidades. A sessão contou com a participação de alunas da Academia de Música de Vila Verde.

Baseado no projeto nacional ‘Adélia’ (sobre parentalidade positiva), o plano obedeceu a um conjunto de estratégias que passaram por “recolha de indicadores quantitativos, questionários a crianças e jovens, famílias e entidades, sessões de auscultação nas escolas e sessões on-line com as famílias” como explicou a presidente da CPCJ, Beatriz Santos.

O VAI foi desenhado para um período temporal de quatro anos, isto é, até 2025. “Acreditamos que este será o ponto de partida pra uma sociedade que assume e potencia a sua cidadania, apostando na infância, de forma concertada, o que trará a toda a população, e não apenas a crianças e jovens, um contexto de verdadeira realização pessoal individual e coletiva”, referiu, ainda, Beatriz Santos.

A, ainda, vereadora da educação, Júlia Fernandes, realçou o “orgulho no trabalho” desenvolvido que irá provocar “passos significativos na promoção dos direitos das nossas crianças” e reforçar o trabalho já desenvolvido em Vila Verde nesta matéria, como são a prova “o projeto das cidades educadoras ou os quatro selos protetores em escolas do concelho”.

Defensora do trabalho em parceria, Júlia Fernandes, acredita que “só assim poderemos continuar no futuro, protegendo as crianças e com o objetivo de atingirem a meta de serem felizes percebendo os seus direitos, mas também, os seus deveres”.

De entre as propostas apresentadas no plano, há a intenção de até 2025 “garantir que, pelo menos 30 crianças e jovens como menos de 18 anos, atualmente a residir em barracas, passem a residir em habitação com condições dignas com a sua família nuclear” ou que “as famílias ciganas com crianças e jovens possam construir a sua própria habitação, através da Associação Humanitária Habitat”.

A criação da figura do Provedor para a Proteção dos Direitos da Criança e das Famílias ou de um gabinete municipal para a promoção dos direitos das crianças são mais algumas das propostas, estas a concretizar até 2022.

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