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Câmara de Amares pensa em medidas sociais extraordinárias para ajudar famílias e IPSS do concelho

O pedido veio do vereador do PS na Câmara de Amares. Pedro Costa diz que “não tem havido pró-atividade do executivo” na aprovação de medidas que ajudem famílias e IPSS do concelho. O executivo “tem sido mais reativo do que pró-ativo a nível social” e dá o exemplo das decisões tomadas ao nível do comércio local: “deveriam ser estendidas a outras áreas”.

Redução de tarifas na água, saneamento e resíduos para as famílias, isenção de taxas para famílias, comprovadamente, em desemprego, devolução de parte do IRS, reforço da entrega de medicamento a idosos e isenção de taxas às IPSS foram algumas das ideias que Pedro Costa deixou na reunião do executivo.

Para o vereador deveria, ainda, “haver um reforço de material de proteção junto das IPSS e a câmara deveria fazer testes de despistagem à covid-19 porque há instituições que não os estão a fazer por serem caros”.

Manuel Moreira
O presidente da câmara não descartou a possibilidade de haver mais medidas de apoio social, mas lembrou que “as autarquias não podem ser as únicas a ficar com este ónus. A segurança social deveria ter um papel muito mais ativo” nesta matéria.

O autarca revelou a existência de um pedido da Segurança Social para a cedência de uma sala para a realização de testes a todas as IPSS do concelho, mas “ainda não disse mais nada”. Quanto às medidas de cariz mais social, Manuel Moreira recordou a existência de “critérios assumidos com a ERSAR em termos de rácio de custos que se não os cumprimos seremos penalizados”.

Segundo o presidente da Câmara da Amares, foram entregues 140 máscaras à GNR de Amares “porque não tinham. Há um surto como é do conhecimento público e a corporação nem máscaras têm. Não podem ser as autarquias a assumirem um papel que o estado e a segurança social têm obrigação de ter”.

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