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Fuzileiros limpam margens da Albufeira da Caniçada de boias e cordas perigosas

As boias e cordas perigosas para os banhistas, que enxameavam as margens da Albufeira da Caniçada foram removidas pelo Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa, e mereceu uma visita do ministro do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, com o chefe de Estado Maior da Armada, almirante Gouveia e Melo, àquela zona, situada entre Vieira do Minho e Terras de Bouro.

O vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado, com a diretora regional da APA, Inês Andrade, bem como da diretora regional do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Sandra Sarmento, marcaram igualmente presença.

O trabalho de implementação de estruturas, que tem melhorado a região, foi elogiado pelo ministro, referindo às “obras de génio”, as Pontes de Rio Caldo do mestre Edgar Cardoso, construídas ainda antes da Ponte da Arrábida, entre Porto e Gaia, a sua obra de referência, ao nível mundial.

João Pedro Matos Fernandes, na embarcação “Rio Caldo”, salientou ainda a colaboração das Forças Armadas Portuguesas, neste caso nas albufeiras, da Marinha em geral e do seu Corpo de Fuzileiros, especialmente, agradecendo ao almirante Henrique Gouveia e Melo, que elogiou as vistas deslumbrantes da zona, mas que por isso precisam de ser preservadas.

Os destroços submersos do ancoradouro clandestino em Rio Caldo, uma ilegalidade que campeou durante anos, constituíam lixo especialmente perigoso, não só do ponto de vista ambiental, como potenciando acidentes, alguns de consequências graves.

Por isso o trabalho realizado pelo Corpo de Fuzileiros foi elogiado pelas populações locais. Os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho salientaram a importância de sinalizar e recolher o que restou dos ancoradouros clandestinos.

A remoção mereceu, ainda, destaque dos autarcas das duas margens, quer do presidente da Câmara de Terras de Bouro, Manuel Tibo, como pela vereadora do Ambiente do Município de Vieira do Minho, Ana Ribeiro.

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