Os moradores da Rua da Bouça do Meio, em Rendufe, Amares vieram a público denunciar o estado da via que “com a chegada das chuvas, é transformada numa ‘lagoa’, dificultando a circulação de pessoas e viaturas”.
Um dos moradores, José Rodrigues Antunes, diz que a Câmara e a Junta têm “conhecimento” da situação e que “assobiam para o lado como nada tivessem a ver com o assunto”.
O morador lembra que “o pequeno loteamento foi aprovado e rececionado pela Câmara Municipal de Amares, tendo o Município arrecadado as receitas de taxas, licenças e compensação, assim como anualmente arrecada o IMI resultante dos quatro lotes urbanos, sem que tenha investido qualquer cêntimo na conservação das infraestruturas”.
A situação começou a verificar-se a partir de 2018 aquando de um licenciamento de uma moradia onde, alegadamente, não foi acautelado o escoamento das águas pluviais.
Segundo os moradores, a solução passa por “gastar um pouco de euros para encaminhar as águas pluviais para um coletor existente na Rua dos Olheiros”.
Fonte ligada ao processo, contactada pelo ‘Terras do Homem’, confirma que “aquando da construção do loteamento da Bouça do Meio, o promotor apresentou um projeto, aprovado, onde as águas pluviais ‘sumiam’ no pavimento” e por isso, “não foram criadas das respetivas infraestruturas”.
Quanto ao novo loteamento, a mesma fonte refere que o caso está a ser averiguado e em breve será tomada uma decisão.
