Opinião

Pandemias há muitos, seu palerma!

É na ‘Canção de Lisboa’ que o Vasquinho da Anatomia, o cábula que enganava as tias ricas, diz: “Chapéus há muitos, seu palerma!”

Este clássico do cinema português deixou a sua marca e, ainda hoje, a expressão continua a ser repetida, mesmo por quem nunca viu o filme.

Mas este texto não é para falar de chapéus, nem de cinema…. é para falar de pandemias!

Não da pandemia da ‘moda’ que virou o nosso mundo de pernas para o ar, mas sim das múltiplas pandemias que atormentam este ‘calhau azul’ à deriva no vasto oceano cósmico. E elas são imensas!!!

Vejamos: a pandemia da poluição, a pandemia das alterações climáticas, a pandemia da devastação das áreas florestais, a pandemia da extinção massiva de espécies animais e vegetais. A pandemia da falta de valores, a pandemia do Brexit, a pandemia dos populismos nacionalistas, a pandemia da fome, a pandemia da pobreza extrema, a pandemia de Trumps, Bolsonaros, Maduros, Putins… é só escolher!

Por cá, neste ‘projeto de país’, as pandemias também não param de aumentar: a pandemia do BES, a pandemia das PPP, a pandemia das rendas excessivas, a pandemia da corrupção, a pandemia da incompetência de governantes e gestores públicos, a pandemia da lentidão na justiça…

Se estas pandemias já são endémicas, o alarmante é que surgem novas pandemias todos os dias: a pandemia da TAP, a pandemia do SEF, a pandemia da falta de carácter…

Mas a pior de todas as pandemias é a pandemia do socialismo. Esta matilha socialista que nos (des)governa e que se governa a si e aos seus. Este ‘milagre português’ que anda na Europa de chapéu estendido a mendigar mais uns trocos para sobreviver. De um estado que assassina um cidadão estrangeiro à sua guarda e, volvidos nove meses, a única medida anunciada por um ministro com ar seboso é a criação de um ‘botão de pânico’…

Um Governo, um Primeiro-ministro e uma esquerdalha dominante que nunca assumem as suas responsabilidades, tudo o que acontece de negativo é culpa dos outros. Uma esquerdalha enjoativa que leva a mão ao peito para falar do SNS mas que vai a correr para os hospitais privados sempre que têm uma dor de barriga.

Para terminar, uma citação de Alberto Gonçalves num artigo de opinião publicado no jornal Observador intitulado ‘Por morrer um ucraniano não acaba o dr. Costa’: – “O dr. Costa é um catálogo rechonchudo de vícios. Em simultâneo, exibe uma espécie de virtude: não se importa de ser assim. E, misteriosamente, poucos se importam que ele o seja”

Mais palavras para quê?

 

Emílio Rodrigues [Jornalista]

Deixe um comentário