Curiosidades

Grávida do 3.º filho, mulher recusa ter cuidados médicos nos Estados Unidos

Uma jovem norte-americana de 23 anos, mãe de duas crianças e grávida de uma terceira, recusa-se a receber cuidados médicos, acreditando que dar à luz em casa é mais seguro do que num hospital.

Kaytlynn Griem, que se assume como uma “mãe sem toxinas”, revelou, na rede social TikTok, que não tem quaisquer cuidados pré-natais, defendendo uma abordagem naturalista do parto.

“Os nossos corpos são tão fantásticos que, quando não são perturbados e estão num ambiente confortável, fazem exatamente aquilo que foram feitos para fazer: dar à luz”, disse a jovem, num dos vídeos em que partilha as suas experiências.

Na sua ótica, dar à luz sem ajuda médica é “uma das coisas mais normais que uma mulher consegue fazer”.

“O que não é normal é ter alguém a interferir, especialmente alguém que deveria apoiar-te. Tentei dar à luz com um profissional treinado e não me deixaram ter o parto fisiológico que queria e merecia”, escreveu, na descrição de outro vídeo.

Algumas das coisas “controversas” que Griem assume fazer durante esta terceira gravidez incluem não receber cuidados pré-natais, nem realizar exames ou ecografias, justificando-se com os “riscos” que estes procedimentos têm. A jovem confessou, contudo, consumir canábis e ter uma dieta vegan à base de alimentos crus.

De notar que, nos Estados Unidos, dar à luz sem ajuda médica é clinicamente considerado um parto não assistido e, embora seja legal, não é recomendado pelos especialistas, dadas as emergências que podem surgir não só durante o parto, mas ao longo da gravidez.

Além disso, a associação de médicos especializados em obstetrícia e ginecologia daquele país acredita que os hospitais são os locais mais seguros para dar à luz, aconselhando a que quem decida ter um parto em casa tenha acesso a unidades de saúde em caso de complicações e que seja treinado em ressuscitação neonatal.

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