Amares

ISAVE vai comprar as Termas de Caldelas

A solução para as Termas de Caldelas foi encontrada, dentro de portas, isto é no concelho. O ‘Terras do Homem’ confirmou, junto do presidente da câmara, que será o ISAVE a comprar as Termas de Caldelas. “Tivemos uma reunião definitiva e o ISAVE vai comprar as Termas de Caldelas por ajuste direto e obedecendo ao caderno de encargos do concurso público que ficou vazio”.

Em declarações ao ‘Terras do Homem’, Manuel Moreira explicou que “a nova época termal terá, ainda, a colaboração da autarquia, mas já com o ISAVE como parceiro”. Isto é, a partir de junho, será a autarquia que irá gerir as Termas e em 2024 passará a gestão a ser feita pelo ISAVE.

O processo agora terá que passar pela reunião do executivo municipal, pela aprovação do Tribunal de Contas e da Assembleia Municipal. Diligências que fazem com que a passagem definitiva das Termas para o ISAVE não esteja concluída antes de junho.

Recorde-se que o concurso público para a concessão das Termas de Caldelas, em Amares, ficou vazio, isto é, não teve nenhuma proposta. Manuel Moreira tinha prometido “fazer contatos formais com potenciais interessados e caso haja fumo branco optaremos pelo ajuste direto que, como se sabe, pelas regras terá que obedecer aos mesmos critérios estabelecidos no concurso público”, o que veio a acontecer.

Câmara que havia comprado o complexo termal por cerca de 1,5 milhões de euros. Valor encontrado depois de uma segunda avaliação pedida pela autarquia: “a primeira andava à volta dos 3 milhões de euros”.

Assim, a casa dos Duches foi avaliada em cerca de 78 mil euros, o edifício central elétrico em 48 150 euros, o edifício do balneário (vulgo Termas) em 781 560 euros, a casa da Vila em 36 600 euros, o edifício da Bica de Fora em 39 288 euros, o centro de Medicina Física em 306 888 euros, o edifício do antigo cinema em 22 335 euros, o vestiário do pessoal em 24 835 e os terrenos da circulação automóvel, pedonal e outras e, 192.159 euros.

Recorde-se que, tal como noticiado anteriormente, a concessão deverá ser por 30 anos e está previsto um investimento de quatro milhões de euros em todos os edifícios adquiridos pela autarquia.

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