A viatura de socorro animal do Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga volta a afirmar-se como um instrumento fundamental da política municipal de bem-estar animal, com 548 animais resgatados em 2025. Os números revelam a dimensão de um serviço público que alia eficácia operacional, responsabilidade social e visão política.
Entre 2020 e 2025 foram resgatados 1970 animais através desta viatura especializada, uma das unidades de emergência do Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga e que actua de forma exclusiva na protecção e socorro animal no concelho. Disponível 24 horas por dia, a viatura de socorro animal intervém no resgate de animais feridos ou doentes na via pública, funcionando em estreita articulação com a AGERE/CRO, a médica veterinária municipal e os hospitais veterinários.
Altino Bessa, vice-presidente do Município de Braga, destaca não apenas a complexidade técnica destas operações, mas também o impacto humano e comunitário de um serviço que traduz, no terreno, a opção política de colocar o bem-estar animal no centro das políticas públicas municipais.
“A intervenção do Batalhão de Bombeiros Sapadores de Braga tem-se mostrado absolutamente determinante. Este projecto, tal como os números indicam, tem sido fundamental para a estratégia de bem-estar animal delineada pela Autarquia, permitindo e assegurando que este tipo de operações decorre com êxito. Devo salientar que, nos últimos cinco anos, a Autarquia investiu mais de dois milhões de euros em recursos humanos e materiais para o Batalhão, o que faz com que estejam hoje muito melhor preparados para servir a população de todo o concelho”, refere o responsável.
“Temos insistido numa política pública assente na prevenção, na capacitação operacional e na responsabilidade ética. A viatura de socorro animal é hoje um exemplo concreto de como as decisões políticas locais podem produzir resultados tangíveis, reforçando a segurança, a saúde pública e a coesão comunitária”, conclui Altino Bessa.
Em Braga, o socorro animal deixou de ser uma resposta ocasional para se tornar um serviço estruturado, permanente e integrado, reflectindo uma visão moderna de governação urbana e onde o respeito pela vida animal é parte integrante do bem-estar colectivo.
