A candidata do Chega à União de Freguesias do Vade esclarece que a sua empresa, LiVBru Personalização, cumpre integralmente a lei e nunca esteve envolvida em qualquer processo ou acusação de violação de direitos de autor ou propriedade intelectual. “A associação feita na notícia entre a sua atividade empresarial e práticas ilícitas é falsa e gravemente lesiva, pelo que rejeita veementemente qualquer insinuação de ilegalidade”, refere no direito de resposta envio ao ‘Terras do Homem’.
Para Vilma Pinto, “o referido artigo sugere, de forma errada e infundada, que a minha empresa, LiVBru Personalização (antiga
BruVil Personalização), pratica atos suscetíveis de constituir violações de direitos de autor e propriedade intelectual.
Esclarece-se o seguinte:
1. A LiVBru Personalização é uma empresa devidamente constituída, que atua no mercado de forma totalmente transparente e respeitando a lei aplicável;
2. Nunca foi alvo de qualquer ação judicial, contraordenação ou processo relacionado com contrafação, violação de direitos de autor ou qualquer outra prática ilícita;
3. O artigo, ao insinuar que a atividade da empresa pode configurar “crime de contrafação” ou práticas ilegais, transmite uma imagem falsa e gravemente lesiva da minha honra, do meu bom nome profissional e da reputação da empresa que represento;
4. A associação política feita no texto, relacionando uma atividade empresarial privada com posições partidárias, é abusiva e destituída de fundamento”.
