Amares

Festival de Papas de Sarrabulho de Amares aposta na segurança e higiene alimentar

22 ª edição do Festival de Papas de Sarrabulho está de regresso a Amares, entre os dias 14 e \17 de fevereiro, com “uma aposta forte na higiene e segurança alimentar”. Este ano, o Município investiu na melhoria das cozinhas, instalando hotes que permitem aos restaurantes confeccionar os acompanhamentos das papas no momento, garantindo assim melhor qualidade e pratos mais quentes.

O presidente da câmara de Amares fala de um “evento consolidado que depois de dois anos parado por causa do COVID, ganhou um maior fluxo de pessoas. A nossa grande aposta é na higiene e segurança alimentar num prato com especificidades e com cuidados especiais, porque só assim damos todas as garantias a quem nos visita”.

Com cinco restaurantes presentes, Restaurante de Caldelas. Restaurante A Rival, Restaurante Vale do Homem, Tasquinha Tomada’s e Quinta Casa Patos de Baixo – Resturante Fernando, os preços vão-se manter em relação ao ano passado, com uma malga de vinho a custar 2 euros, uma garrafa 8 euros, tigela de Papas de Sarrabuylho, 6,50 euros e um prato de acompanhamento, 6,5 euros.

“O objetivo principal não é que o Festival seja uma caixa registadora de dinheiro, é que sirva de efeito multiplicador no território ao longo do ano. Queremos que as pessoas que nos visitam durante o festival saiam satisfeitas”. Emanuel Magalhães reconhece que o evento tornou Amares numa referência gastronómica, “que não o era antes, a que juntamos os vinhos que já aparecem nos cardápios de bons restaurantes”.

O autarca voltou a reforçar a ideia que “a qualidade do produto tem que ser respeitada e por isso, seguimos todas as regras de higiene e segurança alimentar. O local é vistoriado e aprovado pela proteção civil e saúde pública tem carta branca para visitar os espaços quando quiseram. No local, estará uma equipa dos bombeiros de forma permanente.

AEBraga
O presidente da Associação Empresarial de Braga, Daniel Vilaça, frisou que “o festival não é apenas um evento gastronómico, é identidade, é tradição e é Amares no seu melhor”, considerando este “um dos grandes ventos gastronómicos do Norte de Portugal, pela sua dimensão, pela sua projeção e pela capacidade e de atrair visitantes ano pós ano”.

Esperando mais de 30 mil visitantes, Daniel Vilaça sublinhou que o Festival “gera mais de 500 mil euros para a economia local, apoiando a restauração, o comércio, o alojamento e os produtores do concelho”.

Outra das novidades passa por uma nova identidade visual na comunicação do festival, “uma imagem mais apeltaiva, mais jovem e mais moderna. Uma estratégia para chegar a um público mais jovem e alargar o consumo deste prato tradicional

Marco Sousa
O representante do Porto e Norte de Portugal, reafirmou que “este já é um evento consolidado, soube crescer e tornar-se um evento referência na região, engrandecendo a região do Porto e Norte” e acrescentou: “meio milhão de euros é um impacto enorme para a economia local, os eventos servem para as pessoas virem depois da realização dos mesmos”.

Felicitou a preocupação “pela higiene e segurança alimentar e por manterem os preços e o conforto das pessoas”. Se no último ano, passaram pela Porto e Norte de Portugal 7 milhões de turistas e 14 milhões de dormidas, os números provisórios dizem que houve 50 mil dormidas em Amares.

Paulo Silva
O presidente da CDRC Amarense, Paulo Silva, que organiza o Carnaval do concelho, evento que se realiza em simultâneo com o Festival, começou por referir que o Carnaval passa por ter três momentos: “a primeira data é uma angariação de fundos com jantar no Centro Escolar Gualdim Pais que está sempre esgotado, marcada para 7 de fevereiro”.

No domingo de carnaval há uma tarde infantil, insufláveis, pinturas faciais e na terça de carnaval, o desfile sai 15h30 na rotunda até à câmara: “o tema, este ano, são as cores num mundo muito mais negro. 12 carros, cinco grupos de bombos, com cerca de 20grupos de pessoas, fazem o corso de 2026.

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