O Theatro Circo acolhe, entre os dias 3 e 31 de março, mais um Ciclo Música de Câmara. Na sequência da edição de 2025, o Departamento de Música da Universidade do Minho traz ao Salão Nobre obras de referência do repertório da música erudita.
Ao longo das terças-feiras 3, 10, 17, 24 e 31 de março de 2026, sempre às 18h00, jovens intérpretes em formações diversificadas darão voz a composições maiores, representativas dos diversos períodos e estilos da história da música.
Esta iniciativa procura promover, na intimidade informal de uma escuta mais distendida, uma maior proximidade entre o público e os intérpretes, a descoberta de repertório e a promoção dos jovens artistas.
A 3 de março, primeira data do ciclo, o Trio Augusta apresenta-se no Theatro Circo com Filipa Dias (violino), Gonçalo Pires (violoncelo) e Máximo Klyetsun (piano). O programa é dedicado ao romantismo germânico, destacando o Andante com moto do Trio nº 2 de Schubert e a composição nº 1, Op. 49, de Felix Mendelssohn.
A 10 de março, o palco pertence ao Grupo de Percussão da Universidade do Minho. Composto por seis percussionistas – Hugo Silva, Micael Ferreira, Fábio Saraiva, Filipe Abreu, Pedro Arrieche e Simão Veiga –, o ensemble explora sonoridades contemporâneas através de obras de referência de A. Pinho Vargas, Tim Ferchen e Steve Reich. O concerto inclui ainda a composição Musique de Table de Thiery Meij.
No fim da tarde de 17 de março, a primeira parte estará a cargo do Quinteto Excelsius – Inês Esteves, João Inácio, Diogo Prestes, Francisco Machado e Catarina Coelho – com o sublime Quinteto para Clarinete em Lá maior de Mozart (K.581). Na segunda parte, o Quarteto Concordia – Francisca Vaz, Telma Amante, Rui Nogueira e Rui Brás – interpreta o Quarteto nº 1 em Fá maior de Gioacchino Rossini.
A penúltima apresentação deste ciclo, a decorrer no dia 24, terá um diálogo entre o Trio Aurora e o Quarteto Concordia. O Trio Aurora – Filipa Dias, Maria Benedita Andrade e Maria Santos Pinto – interpreta o Trio nº 38 de Haydn e o Trio nº 1, Op. 8, de Shostakovich, unindo o piano ao violino e violoncelo. Por fim, o Quarteto Concordia regressa ao Salão Nobre para apresentar o Quarteto Op.19, nº 2, de Martin-Joseph Mengal.
No dia 31 de março, à mesma hora, decorre a última apresentação deste ciclo no Theatro Circo, com alinhamento e programa a definir.
