O Centro Cultural Vila Flor, O Espaço do Tempo e o Cineteatro Louletano lançam a 5ª edição do Projeto Casa, um programa de apoio à Criação Artística na área das Artes Performativas, que integrará uma residência de longa duração bem como as respetivas antestreias, estreia absoluta e subsequente apresentação. O projeto vencedor receberá uma bolsa no montante total de 25.000 euros, uma residência de sete semanas n’O Espaço do Tempo e uma residência de cerca de uma semana em espaço de trabalho e ensaio, e uma semana de montagem e ensaios no local de estreia absoluta da obra.
As candidaturas estão abertas até dia 28 de maio de 2026.
O Projeto Casa procura ser um estímulo à criação nas artes performativas e um contributo para o desenvolvimento sustentável do percurso de artistas. Para a edição deste ano, será selecionado um único projeto a ter lugar em 2027, que terá a sua estreia absoluta no Cineteatro Louletano, em Loulé, a 18 de setembro de 2027, e posteriormente apresentação no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, a 2 de outubro de 2027.
O júri será constituído por Bruno dos Reis e Marta Silva do Centro Cultural Vila Flor / A Oficina, Rui Horta e Patrícia Carvalho d’O Espaço do Tempo, e Elisa Almeida e Dália Paulo, do Cineteatro Louletano.
Em 2026, são apresentados os dois projetos vencedores da 4.ª edição do Projeto Casa. “Álbum de Família”, atualmente em residência artística n’O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, terá a sua estreia no dia 5 de junho de 2026, no âmbito dos Festivais Gil Vicente, em Guimarães. “Kitada”, de Marga Alfeirão, estreia no Cineteatro Louletano, a 18 de setembro de 2026.
Desde 2022, o Projeto Casa já apoiou a criação de oito projetos de artistas em Portugal: “Um Quarto só para Si”, da associação cultural Silent Party (2022); “Campo – Força – Chama”, de Josefa Pereira (2022); “Volta para a Tua Terra”, de Keli Freitas (2023); “Musseque”, de Fábio Januário (2023); “Se não for Tu”, de Era Rolim (2024); “Bright Horses”, de Carminda Soares e Maria R. Soares (2024); “Álbum de Família”, de Lúcia Pires (2025); e “Kitada”, de Marga Alfeirão (2025).
