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Este sábado, as distâncias do centro da cidade de Braga são encurtadas pelo AcustiCidade

A proximidade com a comunidade é um dos pilares do Circuito e sábado, dia 25, tornamos a relação com as pessoas e o território ainda mais estreita com a apresentação pública de mais uma edição do AcustiCidade.

O AcustiCidade é um projeto sonoro que procura reconhecer e reimaginar a história de diferentes zonas de Braga a partir da sua paisagem acústica e das memórias de quem as habita ou habitou. Depois de quatro edições dedicadas à recolha e interpretação artística de testemunhos, o projeto este ano entrou numa nova fase, mais coletiva e participada.

Entre março e maio, o AcustiCidade teve oficinas de escrita, sessões de recolha sonora e momentos de partilha comunitária com os participantes que se inscreveram na chamada aberta. O objetivo foi construir uma cartografia sensível – feita de sons, vozes e narrativas – capaz de reflitir a diversidade, a intimidade e a vitalidade da cidade.

Nas palavras de Manoel Candeias, “a escuta sensível de diferentes pessoas ligadas a Braga conduziu-nos para o eixo central da cidade. Entrelaçadas com o património histórico e arquitetónico, adensam-se nessa zona as linhas afetivas que dão cor ao mapa da cidade. É ali que se partilha muito da vida em comum, inclusive com histórias e
experiências trazidas de outras paragens, reconstruindo em todos os instantes uma trama que reúne muitos tempos diferentes em cada pequeno espaço”.

A 25 de julho, sábado, a partir das 10h30, é explorado este território guiados por Manoel Candeias, responsável pela direção artística, coordenação e texto, e por Rui Dias, responsável pela sonoplastia e montagem de som, que acompanharam o processo criativo, facilitando a construção coletiva de uma nova memória sonora de Braga.

Este percurso, gratuito e sem necessidade de inscrição, tem início na Rua Dom Paio Mendes, junto à Sé de Braga.

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