O Centro Social do Vale do Homem homenageia os seus colaboradores com a inauguração de um mural intitulado “Linhas da Vida”, criado pelo artista local Maciel Cardeira.
No de S. Martinho, como é habitual, o Centro Social do Vale do Homem celebra-o com os seus colaboradores, promovendo atividades motivacionais e de espírito de equipa. Nesse dia e com todas as regras de segurança asseguradas, a Direção do CSVH decidiu homenagear os seus colaboradores, através de um mural alusivo ao seu percurso e ao crescimento da instituição.
Este mural, intitulado “Linhas da Vida”, perpetua o sucesso, a conquista, o crescimento e o profissionalismo de cada pessoa que fez e faz parte do Centro Social do Vale do Homem, conforme referiu Presidente da Direção, Jorge Pereira.

Esta inauguração contou com a presença da Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, Cláudia Serapicos Alves, tendo sido benzido pelo Padre Carlos Lopes, Capelão do CSVH. Esta cerimónia contou, ainda, com a presença dos colaboradores de cada uma das estruturas/ unidades do CSVH, e dos Órgãos Sociais da instituição.
Esta inauguração integra-se nas comemorações do 15º aniversário do CSVH, no dia em que se comemora, também, o Dia Mundial da Qualidade, “fazendo todo o sentido, uma vez que o sucesso da instituição se deve, em grande parte, à qualidade dos seus colaboradores”.
O mural “Linhas da Vida” é dedicado a todos os colaboradores, pela sua dedicação e empenho que têm dedicado nestes tempos mais exigentes de pandemia.
Para o encerramento desta celebração, no final do dia, os Twenty One Band da AECA – Associação, Educação, Cultura e Artes de Amares, proporcionaram um concerto musical.
Maciel Cardeira
A obra de arte que homenageia os colaboradores é em azulejo vidrado século XVII policromático com dezenas de óxidos e tem uma dimensão de 800 por 150 cm.
Ao ‘Terras do Homem’, o autor, Maciel Cardeira explicou que a “proposta tem como ponto de partida homenagear os recursos humanos da instituição, em toda a sua génese, evocando as linhas de vida daqueles que partiram e aqueles que estão a chegar, nessa intrincada rede de relações onde muitas linhas de vida se cruzam… ou não, dando cor aos nossos dias num emaranhado de vivências”.

O painel é “um emaranhado de linhas, como que se tratasse de um labirinto, onde cada linha tem um princípio e um fim, nessa simplicidade, nesse retorno, nesse princípio e fim de tudo”.
Maciel Cardeira espera inquietar quem olhe para o painel e se interrogue: “De onde vimos e para onde vamos. Que cor queremos para a nossa linha de vida. Que percurso procuramos. Até onde queremos chegar, vale a pena avançar ou é melhor voltar para trás?”.
Para o artista “sabemos onde começamos, mas não sabemos onde a nossa linha de vida vai terminar, ou quando vai terminar”.
