Minho

UMinho vai prestar apoio a vítimas de violência e assédio

A Universidade do Minho (UMinho) vai passar a prestar apoio psicológico aos estudantes que sejam vítimas de violência e assédio sexual. O anúncio surge após os relatos de assédio e agressões no campus de Gualtar, em Braga.

Num comunicado assinado pelo reitor, é garantido “apoio a pessoas que na comunidade universitária sejam vítimas de violência” que assegura “rapidez na resposta e sigilo absoluto” além do “envolvimento de profissionais qualificados”.

Rui Vieira de Castro anuncia ainda que foi criado um e-mail (crise-APsiUMinho@apsi.uminho.pt) para onde devem ser endereçadas denúncias de casos de violência na comunidade universitária, “que serão tratadas com o adequado rigor e sigilo, salvaguardando o anonimato de quem denuncia”.

Além disso, foi criado um grupo de trabalho para “elaboração de orientações de prevenção e combate ao assédio na Universidade do Minho”, formado essencialmente por docentes daquela instituição, que devem apresentar esse conjunto de orientações até 15 de janeiro.

“Face aos eventos recentes, ficou claro que os instrumentos de que a Instituição dispõe não se revelaram suficientes para prevenir e acorrer às situações identificadas”, sublinha o reitor no comunicado divulgado nas redes sociais da academia.

Recorde-se que, recentemente, um trabalhador de uma residência da Universidade do Minho foi transferido para outro serviço, após uma denúncia de alegado assédio sexual a uma estudante.

Entretanto, a UMinho está a braços com outra situação: atos exibicionistas e de assédio a estudantes, junto ao ‘campus’ de Gualtar, em Braga, cujos autores ainda não estão identificados.

Já esta semana, um jovem de 21 anos foi espancado na zona de bares, junto ao ‘campus’, tendo sido encontrado inconsciente por populares, com ferimentos na cara e cabeça.

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