A câmara de Amares aprovou, hoje, o concurso público que prevê a requalificação do Mosteiro de Bouro e a criação de um núcleo de interpretação do Mosteiro, que será instalado na antiga casa do padre. O projeto da autoria do arquiteto Souto Moura tem um valor a rondar 1,7 milhões de euros e que, impreterivelmente, tem que estar concluído em junho de 2023.
Segundo explicou o presidente da câmara de Amares ao ‘Terras do Homem’, “a empreitada irá incidir em toda o Mosteiro, seja na parte móvel como imóvel, tal como o telhado, coberturas, rebocos, acessos, serralharia artística, etc.” Manuel Moreira recorda que este é um projeto desenvolvido em conjunto com a direção regional da cultura do Norte e a Universidade do Minho.
O concurso público contempla, também, uma intervenção de fundo na antiga casa do padre para a instalação de um núcleo interpretativo do Mosteiro de Bouro. “Para além das obras, o concurso prevê a instalação de mobiliário e da parte de informática bem como condições para a produção de documentos científicos”.
À câmara coube a elaboração do programa e do caderno de encargos, incluindo as peças em concurso feitas em consonância com o proposto pelo arquiteto Souto Moura. A própria Universidade do Minho deu o seu contributo, quer na parte mais científica quer no apetrechamento do centro interpretativo.
