A biblioteca Municipal Machado Vilela, em Vila Verde, acolhe a partir de hoje e até 11 de setembro, uma exposição com trabalhos de diversos artistas participantes da Bienal de Cerveira. As 20 propostas apresentadas, com fotografia incluída, atravessam a temática do “sonho, da paisagem enquanto sonho, do lado mais fantasmagórico”, como explicou Helena Mendes Pereira, curadora da exposição.
“O que pretendi foi criar uma narrativa com lógica entre as diferentes obras artísticas”, acrescentou ainda. A escolha de Vila Verde para acolher um polo da Bienal de Cerveira “foi natural” porque “é um exemplo na oferta artística que tem”, disponibilizando-se para ser parceira “da Bienal de Arte Jovem de Vila Verde”.

Com o músico Rogério Francisco a abrilhantar a sessão, a presidente da câmara referiu “fazer todo o sentido, Vila Verde associar-se a um certame” que mais não é do que “a criação artística mais antiga da Península Ibérica”.
A aposta na descentralização por parte da Bienal de Cerveira foi uma das referências da autarca, para quem, “exposições como esta vão continuar a impulsar o gosto pela arte” por parte de todos os cidadãos.



