Vila Verde

Serviço de Apoio Domiciliário do CSVH leva “conforto e carinho” a utentes

“Amar, cuidar e valorizar” é este o lema do Serviço de Apoio Domiciliário, resposta social do Centro Social Vale do Homem que presta cuidados individuais e personalizados no domicílio a pessoas e/ou famílias dos concelhos de Amares, Vila Verde e Terras de Bouro.

Com o objetivo de “promover a melhoria da qualidade de vida e contribuir para a permanência dos utentes no seu ambiente natural”, o Serviço de Apoio Domiciliário conta com uma equipa multidisciplinar, que sete dias por semana, durante os 365/366 dias do ano fazem questão de “levar um pouco de conforto e carinho” a todos os utentes que fazem parte do projeto, como referiu a Dr. Ricardina Costeira, diretora técnica do SAD.

Fazem parte da equipa da SAD técnicos de serviço social, enfermeiros, psicólogos, nutricionista, animador sociocultural e ajudantes de ação direta, que têm como missão “promover a dignidade da pessoa”.
O projeto do SAD tem um atendimento individual e personalizado em função das necessidades específicas de cada utente: “respeitamos as necessidades de cada pessoa e tentamos contribuir para a estimulação de um processo de envelhecimento ativo”, disse Ricardina Costeira.

Um dos serviços que merece a maior atenção “é a preparação e fornecimento e/ou apoio nas refeições em que respeitamos as dietas com prescrição médica”, refere a diretora técnica do SAD.

O Serviço de Apoio Domiciliário assume ainda a preparação e/ou administração de fármacos, quando solicitado pelo utente ou familiar e prescrito pelo médico, bem como os cuidados de higiene e de conforto pessoal; tratamento de roupas, arrumação e pequenas limpezas e reparações no domicílio, aquisição de bens e géneros alimentícios, pagamento de serviços, deslocação a entidades da comunidade, acompanhamento a consultas assim como aos exames complementares de diagnóstico.

Enfermeira Tânia Gomes: “a nossa visita é muito importante para estes utentes”
Para além do grande cuidado com a alimentação e da valorização da pessoa, o SAD não descura o apoio na saúde e conta com um grupo de enfermeiros que, quando solicitado pelo utente e/ou famílias, faz a gestão da medicação, a colheita ao domiciliário e acompanha os utentes às consultas, etc.

“A nossa visita é muito importante para estes utentes. São momentos de convívio e em que os utentes aproveitam para falar, muitas vezes, só precisam mesmo de falar”, disse Tânia Gomes uma das enfermeiras que dá apoio ao Serviço de Apoio Domiciliário.

Tânia Gomes referiu que “falamos de utentes que não podem sair de casa, muitos deles em zonas isoladas onde os cuidados de saúde primários não chegam com a regularidade necessária e nós – CSVH – promovemos esta atenção e disponibilidade.” Refere ainda que “em muitos casos, as visitas do SAD são os únicos momentos de convívio que têm e, por isso, acabam por ter uma importância acrescida. Para além dos cuidados que vamos prestar, levamos também um pouco de atenção, que todos merecem”.

Como são recebidos nas visitas que fazem? “Somos sempre muito bem-recebidos, com um carinho especial por parte destes utentes porque percebem que nos preocupamos com eles e estamos atentos às suas necessidades”.

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