Vila Verde

Centro Social do Vale do Homem esteve em Aveiro e participou no evento “Os novos desafios do urbanismo e da habitação”

A delegação de Aveiro da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES) organizou, no sábado passado, dia 26 de outubro, um debate sobre “Os novos desafios do urbanismo e da habitação”, que teve lugar na sede da Fundação Engenheiro António Pascoal.

O CSVH, na pessoa do seu Presidente, Arquiteto Jorge Pereira, foi convidado a estar presente no painel “A Habitação em co-living e co-housing” e fez-se acompanhar pela Diretora de Serviços do Centro Social & Lar das Termas desta Instituição, Zélia Lopes.

Jorge Pereira foi orador convidado deste evento, tendo feito a contextualização desta IPSS e das suas diferentes estruturas, com enfoque nos projetos diferenciadores na área social em termos de habitação.

Deu a conhecer à audiência as “Casas do Minho”, que ficarão localizadas dentro da área da Quinta do Senhor, em Vila Verde, e que se trata de uma resposta social inovadora denominada Habitação Colaborativa. Este é um novo modelo que prioriza a inclusão e o combate ao isolamento de pessoas idosas ou com deficiência, em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de proporcionar equilíbrio entre a individualidade e a vivência em comunidade destas pessoas.

Mencionou, ainda, o projeto “Casas da Aldeia – residências de autonomização e inclusão (RAI) – resposta única e inovadora no concelho de Barcelos e que terão como principal objetivo dar uma maior resposta habitacional a pessoas com deficiência ou incapacidade mas que conseguem viver de forma autónoma, proporcionando-se assim condições para um projeto de vida mais inclusivo, nomeadamente através da formação, apoio nas atividades de vida diária, integração no local de trabalho, entre outras ações.

Para Jorge Pereira estes são projetos deveras diferenciadores “porque integram pessoas com determinadas limitações físicas ou psicológicas, evitando a sua exclusão na sociedade. São respostas sociais que levam a uma maior integração do indivíduo numa vida diária normal”.

Sublinhou, ainda “a necessidade de políticas públicas e sociais que ajudem a IPSS a construir mais projetos com estas características, dando nota de que se não fosse a candidatura a fundos comunitários através do PRR, teria sido impossível avançar-se para a concretização destas novas estruturas. É um bom início, mas o Governo deverá ter um olhar cada vez mais atento ao social, reforçando-se os apoios e estratégias a curto e médio prazo”.

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