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ExcentriCidade mostra produção cultural descentralizada em dez minidocumentários

O Município de Guimarães programou nove residências artísticas em 2024, em várias freguesias do território, com um acompanhamento videográfico que documentou processos criativos, modelos de trabalho e de apresentação de artistas e associações culturais, não só de Guimarães, mas também de outros pontos geográficos do norte do país. Nestes documentos digitais presentes na secção “Ver Agora” da agenda municipal, o público pode usufruir de um acesso privilegiado aos bastidores da programação elaborada entre município, freguesias, associações culturais locais e programadores.

Profissionais das diversas áreas artísticas, como o teatro, a música, artes plásticas e até da multidisciplinaridade entre elas, contribuíram para o enriquecimento das comunidades locais, cruzando projetos pessoais com histórias, lendas e mitos, para assim enriquecer o programa e fomentar a criatividade dos participantes. Ao longo de vários meses, diversos temas foram abordados em cada um dos projetos, sempre com valências distintas entre todos.

Este ciclo documental, captado e editado por Chirin Jorg, revela também o legado deixado em cada um dos territórios, com memórias e testemunhos importantes dos processos artísticos. Coletividades como a Associação de Dança de Guimarães, ATrama, Thíria, TetrAcord’Ensemble, ETCetera, ondamarela e os artistas Marisa Oliveira e Alexandre Gonçalves foram alguns dos responsáveis por levar a bom porto uma dezena de projetos artísticos.

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