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Olga Roriz, Carlos Bica e Catarina Carvalho Gomes em janeiro no Theatro Circo

O ano começa no Theatro Circo a 6 de janeiro com o novo ciclo Contraponto, dedicado àcomposição dos séculos XX e XXI, com o espetáculo Quarteto para o Fim do Tempo de Olivier Messiaen, interpretada pelo Pluris Ensemble, com direção artística de Pedro Oliveira e Joaquim Pereira.

Nas artes performativas, no domínio da dança, a coreógrafa Olga Roriz regressa ao Theatro Circo com A Hora em que Não Sabíamos Nada Uns dos Outros (12 de janeiro), uma adaptação do Nobel da literatura Peter Handke, numa peça escrita para 450 personagens em palco, recriando um dia numa qualquer praça deste mundo; no teatro, Tiago Correia e A Turma apresentam O Salto (26 de janeiro), um projeto de investigação e dramaturgia original sobre a emigração portuguesa nos anos 60 e 70 do século XX.

Na esfera da música, o Theatro Circo recebe em palco o espetáculo Playing with Beethoven, criado para a celebração dos 250 anos do nascimento do compositor, em palco com Carlos Bica, João Barradas, Daniel Erdman e DJ Illvibe (13 de janeiro), e também a estreia absoluta do primeiro disco de originais Novas Canções da Terra, de Catarina Carvalho Gomes (27 de janeiro), artista multidisciplinar bracarense que bebe de influências folk, jazz, pop ou fado.

Durante o mês de janeiro, o Theatro Circo promove também atividades para a comunidade, como a mini-conferência para crianças, Para que serve a cultura? por José Maria Vieira Mendes (13 janeiro), lançando aos mais novos, de forma descomplexada, novas formas de questionamento e crítica.

No dia 6 há Conversas com Artistas, onde a bailarina e coreógrafa Olga Roriz é convidada a partilhar o seu trabalho, os seus processos criativos, e a importância da sua atividade. Há também o ciclo Contexto, no dia 20 de janeiro, a primeira de cinco conferências que partem das temáticas e questões abordadas nos espetáculos do Theatro Circo, com curadoria de Andreia Garcia.

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