O Vice-Presidente da Câmara de Amares, Isidro Araújo, fez um balanço após um mês da abertura das piscinas de Caldelas e de Amares. A estrutura de Caldelas tem registado uma afluência “com o nível previsto, tendo sido necessário, em vários dias, encerrar por se ter atingido o limite máximo permitido”.
Segundo o Vereador responsável por aquelas infraestruturas, “houve um aumento de 4% na faturação em Caldelas, em comparação com o ano anterior e apesar das limitações na sua ocupação”.
Já em Amares, a afluência “esteve mais baixa do que no ano anterior” verificando-se na faturação um decréscimo de cerca de 30” justificado “pelo facto de ser mais frequentada por crianças e jovens e o receio inicial dos pais em relação à utilização das piscinas”.
Braga e Matosinhos
A câmara fez, ainda, uma análise à proveniência dos utilizadores da piscina de Caldelas, a 26 de Julho. A piscina registou 313 entradas e no final da primeira hora tinham entrado 165 pessoas. Destas 39% eram de Braga 26% de Matosinhos e 16% de Amares.
Registaram ainda 11% de pessoas vindas do Porto, 6% de Barcelos, 4% de Lisboa, 2% de Terras de Bouro, 2% de Vila Verde e 1% do Estrangeiro. De referir ainda que houve 11% que vieram de outros locais como Mafra, Coimbra, Aveiro, Famalicão, Viseu ou Leça da Palmeira.
Restrições
As piscinas de Caldelas e Amares abriram a 04 e 08 de julho, respetivamente depois de terem sido implementadas todas as alterações necessárias para satisfazer as diretivas da DGS, nomeadamente a definição de sentidos de circulação, colocação de vários pontos com desinfetante, sinalética apropriada, distanciamento entre mesas, espreguiçadeiras e guarda-sóis.
O limite máximo instantâneo foi reduzido, em Caldelas de 430 para 220 e em Amares de 355 para 130.
O primeiro mês de funcionamento decorreu sem qualquer ocorrência digna de registo, “tendo os utentes acatado as novas regras de funcionamento”.
