Desporto

Piloto bracarense José Correia quer voltar a ser campeão

A Rampa Serra da Estrela reabrirá o Campeonato de Portugal de Montanha, no próximo fim de semana, com o piloto bracarense José Correia a ser o líder absoluto da competição.

A prova sofreu esta temporada uma série de alterações, durante o calendário, devido à pandemia Covid-19, mas o corredor, campeão nacional afirma “estar muito confiante”.

Depois da abertura com a Rampa de Murça, o Campeonato de Montanha prossegue com a Rampa Serra da Estrela, que este ano coincidirá com as comemorações dos 150 anos de elevação da Covilhã a cidade, tendo a organização obtido o aval das autoridades de saúde.

A Rampa Serra da Estrela é uma das mais famosas provas de Montanha em Portugal e no Mundo, pelo seu peculiar traçado de 5,2 quilómetros, que integrou o Campeonato da Europa FIA.

Uma das novidades na edição deste ano será uma prova de regularidade sport, a disputar no segundo dia, 11 de outubro, dividida entre as categorias de Clássicos, para os automóveis construídos entre 1961 e 1990 e os contemporâneos a partir de 1991.

José Correia, que em 2019, obteve um excelente resultado na Rampa da Serra da Estrela, já ao volante do seu Ossela, disse ao ‘Terras do Homem’ que “corri na Serra da Estrela por várias vezes e normalmente é uma das rampas de que os pilotos mais gostam, com traçado técnico e muito exigente, um dos mais longos do campeonato, com uma grande inclinação e normalmente com boas condições de segurança, pelo que depois da anterior vitória na Rampa Porca de Murça, espero poder agora voltar a ter um primeiro lugar já na Covilhã”.

Para o presidente do Clube Aventura do Minho (CAMI), Nuno Loureiro, “constitui uma motivação extra poder organizar a Rampa Serra da Estrela, numa data emblemática para a cidade da Covilhã e para toda a região serrana, porque toda a gente conhece a história e a tradição desta prova, mas neste momento a nossa prioridade absoluta é garantir todas as condições de segurança sanitária, em torno da competição, pois estivemos reunidos com a Direção Geral de Saúde, que validou o plano de contingência para esta prova clássica”.

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