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Óbitos foram 24,3% e 34,6% do total nas 2ª e 3ª semanas do ano

Nas segunda e terceira semanas de 2021 registaram-se em Portugal, respetivamente, “4530 e 4898 óbitos”, mais “1714 e 2032 óbitos que a média de 2015-2019”, indicam os dados preliminares divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Já o número de óbitos por Covid-19 nessas semanas “foi de 1103 e de 1693, representando, respetivamente, 24,3% e 34,6% do total de óbitos”.

O INE acrescenta ainda, no mesmo documento, que “dos 9428 óbitos registados” neste período, “4738 foram de homens e 4690 de mulheres”, o que significa “mais 1945 e 1801 óbitos, respetivamente, que a média de óbitos nas mesmas semanas de 2015-2019”.

Ainda nestas duas semanas, e fazendo uma caracterização por faixas etárias, o documento mostra que “mais de 75% dos óbitos corresponderam a pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos”. Contudo, “o maior excesso de mortalidade verificou-se nas pessoas com idades iguais ou superiores a 90 anos (+87,9% relativamente à média 2015-2019)”.

Já quanto a regiões, o Norte, o Centro e a Área Metropolitana de Lisboa “concentraram 82,6% dos óbitos nas semanas 2 e 3” deste ano. No entanto, é também sublinhado, em termos do número de óbitos por 100 mil habitantes, que “apenas as regiões Alentejo (140,5) e Centro (115,7) apresentaram valores superiores ao nacional (91,6).

O INE destaca uma nota final para assinalar que, neste período de tempo, “63,1% dos óbitos ocorreram em estabelecimento hospitalar”.

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