Manuel Tibo aprovado por unanimidade e aclamação como candidato PSD à câmara de Terras de Bouro

A sessão do Plenário do PSD de Terras de Bouro analisou o parecer do Plenário sobre o elemento a encabeçar a lista à Câmara Municipal de Terras de Bouro nas próximas Eleições Autárquicas, concluindo-se, assim, localmente, o processo de indigitação do cabeça de lista do PSD à Câmara Municipal.

A Comissão Política da Secção de Terras de Bouro do PSD aprovou, por unanimidade e aclamação, o nome de Manuel Tibo, para encabeçar a lista do PSD à Câmara Municipal tendo em consideração “o trabalho desenvolvido, a liderança, as qualidades humanas e a capacidade de trabalho demonstrada no exercício das funções de Presidente da Câmara Municipal, ao longo dos últimos quatro anos”, refere o presidente da concelhia, António Cunha.

Apresentada a proposta pela Comissão Política ao Plenário de militantes, desde logo se mostrou clara a opinião dos militantes “quanto à a honestidade, à capacidade de trabalho e à competência do Manuel Tibo evidenciadas durante na sua liderança na Câmara Municipal de Terras de Bouro. Estas características e o trabalho desenvolvido são pressupostos que fazem acreditar que o PSD terá uma vitória clara nas próximas eleições autárquicas e, assim, se possa continuar a desenvolver o concelho de forma sustentada, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida de todos os terrabourenses”.

Para António Cunha “a convicção da continuidade do projeto vencedor iniciado em 2017, torna-se natural a indigitação do companheiro Manuel Tibo como recandidato para um novo mandato autárquico enquanto Presidente da Câmara Municipal”.

A Manuel Tibo foi-lhe dada “total liberdade para gerir o processo de constituição das listas a apresentar pelo PSD nas próximas eleições autárquicas”.

“Tivemos, ainda, a oportunidade de ouvir o agora candidato, que fez um balanço do trabalho realizado, bem como, das dificuldades e entraves encontrados, tendo, ainda, apresentado aquelas que pretende que sejam as linhas orientadoras do próximo mandato”, acrescenta António Cunha

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