“Democracia e transparência é a única forma de fazer política e esperar resultados que promovam um rumo certo e seguro, quer para Portugal, quer para o Distrito de Braga” É sob esta visão que um grupo de militantes de Braga, “de gente simples, mas séria”, vem trabalhando desde 2019 ao aderir às propostas do Partido CHEGA.
Em comunicado dizem defender “valores fundamentais como a liberdade, a pluralidade de opinião e a democracia: o Chega promoverá uma verdadeira cultura de liberdade política e cultural, insurgindo-se fortemente contra os condicionamentos que persistem em manter-se no espaço público e na discussão política em Portugal…”.
Portanto, os denominados ‘Originais’, decidiram, mais uma vez, concorrer ao IV Congresso Nacional do Partido com uma lista independente (dita independente por não estar ligada aos cargos oficiais da distrital ou concelhia), pretendendo ser “a voz de uma política interna, de todo e qualquer militante, sem discriminação, sem amiguismo e nepotismo”.
A lista “Democracia e Transparência”, já apresentada à Mesa Nacional, é formada por 44 militantes dos vários concelhos do Distrito de Braga, encabeçada pela militante e empresária bracarense Mónica Lopes.
Para ela, “só garantimos a liberdade política quando honramos a democracia. Só somos democratas se assumirmos a transparência de todos os atos”.
Assim sendo, este grupo de militantes, defende que haja eleições para Distritais e Concelhias por considerar ser este um processo democrático de fazer política regional, e não concordam com nomeações por “não garantir a transparência e democracia, nunca seremos favoráveis a essa forma de fazer política. Queremos fazer a diferença”, ressalta Mónica Lopes.
No próximo dia dia 06 de novembro entre as 10h00 e as 18h00 na sede do CHEGA Braga, Largo da Senhora Branca, nº 56 – Piso 1 – Sala 3, realiza-se a eleição para os delegados ao congresso.
