Terras de Bouro

Assinatura do contrato de construção do auditório de Terras de Bouro marcada para segunda-feira

A Câmara Municipal de Terras de Bouro vai assinar, segunda feira, o contrato para a construção da sala polivalente situada no edifício pertença aos Bombeiros locais. A cerimónia com a empresa de Vila Verde, JPA, irá incluir, também, a assinatura do contrato de construção do novo centro municipal de proteção civil. Uma revelação feita ao ‘Terras do Homem’, pelo presidente da autarquia, Manuel Tibo.

A requalificação e adaptação de Sala Polivalente Municipal vai dotar a sede de concelho de uma infraestrutura (auditório) que os terrabourenses já ansiavam há muito tempo, disponibilizando assim aos locais uma estrutura para assistir com todo o conforto a todo o tipo de eventos musicais e culturais.

Assim sendo, prevê-se a reestruturação da plateia, do palco, dos camarins, do “foyer”, das instalações sanitárias e das respetivas áreas técnicas e logísticas existentes no edifício.

A plateia terá uma capacidade para 200 pessoas. Os camarins, o espaço logístico e a redefinição dos acessos exteriores serão alvo de uma profunda alteração no sentido de facilitar o acesso ao futuro auditório.

Recorde-se que para a concretização da obra foi necessário elaborar um contrato de comodato entre os bombeiros e a autarquia que prevê a cedência por parte dos bombeiros à autarquia, “gratuitamente e por quinze anos automaticamente renovado por períodos de cinco anos”, da sala polivalente que será requalificada e transformada em auditório”, recorda o autarca.

Este contrato era uma das ‘obrigações’ da candidatura e sem ele “não é possível avançar para a sua concretização”. Com a aprovação, a candidatura vai seguir os seus trâmites normais.

Recorde-se que Manuel Tibo já tinha considerado esta requalificação como “um projeto estruturante para o concelho. Terras de Bouro não tem um auditório com condições dignas, um espaço que orgulhe as suas gentes”. Para além de uma ludoteca, o auditório permitirá realizar um conjunto de atividades que “hoje não são possíveis”.

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