PS de Amares quer Termas de Caldelas a funcionarem a partir de 1 de março de 2023

O partido socialista de Amares, pela voz de Emanuel Magalhães, mostrou algumas preocupações com o processo de concessão das Termas de Caldelas, um documento que deverá ser analisado e votado na próxima reunião do executivo.

“Não vejo que venha mal ao mundo que as termas encerrem por um ano, para se fazerem as obras que serão necessárias, tal como aconteceu noutras termas no país”, começou por explicar, acrescentando que “no próximo caderno de encargos, e uma vez que é elaborado pela autarquia, terão que ser acauteladas algumas questões”.

Para Emanuel Magalhães, as termas têm que reabrir até 1 de março de 2023, ficando essa data escrita no documento, “todos os edifícios precisam ser requalificados, mas caso não se possa cumprir o prazo para todos os edifícios, a prioridade deve ser dada às termas”.

O socialista lembra que a economia da vila de Caldelas gira muito à volta de Termas e “é preciso pensar em formas de ajudar as pessoas no período em que as Termas estiverem encerradas”. Uma ideia defendida também por Pedro Costa: “correr é inimigo de uma boa decisão e o caderno de encargos tem que ir muito para além das questões técnicas. Podemos ter uma proposta de qualidade para dinamizar aquela vila que está a agonizar”.

Com os negócios a parar, os socialistas pediram um pacote de medidas para mitigar os problemas dos comerciantes. O presidente da câmara, Manuel Moreira, prometeu “estar atento às questões levantadas” e disse que o “contrato de concessão vai ser analisado por todos”.

Hotel
Os funcionários do Hotel das Termas já estão a discutir a rescisão dos contratos e as respetivas indemnizações. Segundo apurou o ‘Terras do Homem’, a primeira proposta apresentada pela administração foi reformulada para corrigir pequenos pormenores que os funcionários detetaram e não aceitaram.

Ainda, segundo o que foi possível apurar, a maioria dos contratos termina no último dia de fevereiro, mas haverá dois ou três funcionários, nomeadamente da área da jardinagem, cujos contratos só terminam em finais de março de 2022.

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