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Aliança concorre em sete círculos eleitorais

O partido Aliança concorre em sete círculos eleitorais, cinco no Continente e dois na imigração, envolvendo 161 candidatos, entre efetivos e suplentes, nas eleições de 30 de janeiro.

Com as candidaturas aprovadas, o Aliança apresenta-se a 6.422.363 eleitores (59,35% dos inscritos) e concorre a 126 dos 230 lugares do Parlamento.

No círculo eleitoral de Lisboa, a lista é encabeçada pelo presidente da Direção Política Nacional, Jorge Nuno de Sá, que há dois meses foi eleito deputado municipal em Lisboa.

No Porto, o Aliança apresenta João Bola a liderar a equipa, enquanto em Braga Carlos Vaz é o primeiro nome da lista.

Em Coimbra cabe a João Afonso o primeiro lugar na lista de candidatos e em Viana do Castelo é Alberto Ribeiro que ocupa a liderança.

Nos círculos da imigração, Ossanda Liber, que em setembro concorreu à presidência da Câmara de Lisboa, é o primeiro nome na lista da Europa e Luiz Guerreiro Lopes avança na disputa dos lugares Fora da Europa.

“Tentámos, até onde foi possível, criar uma ampla coligação com os partidos à direita do PS para estas eleições, cumprindo aquilo que os militantes aprovaram em Congresso. Se não aconteceu não foi seguramente por culpa nossa”, afirmou Jorge Nuno de Sá.

Referindo-se ao CDS-PP, com quem chegaram a ser mantidas conversações para a criação de uma coligação, o presidente do Aliança garante que “nunca iriamos para estas eleições como muletas de um partido que vive o presente à sombra do que eleitoralmente valeu no passado, mas que hoje não passa de uma memória”.

Segundo Jorge Nuno de Sá, o Aliança “queria construir uma relação de parceria que contribuísse para retirar os socialistas do Governo, enquanto o CDS procurava à sua volta partidos para lhe servirem de ventilação assistida. Nunca poderia dar certo”.

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