População de Amares vai ter sempre um médico disponível nas unidades de saúde familiares

A Unidade de Saúde Familiar ‘Entre o Homem e Cávado’ situada em Amares passou de modelo A para modelo B, num processo que vai permitir que a população possa ter sempre uma resposta médica ou de enfermagem quando o seu médico estiver ausente.

A novidade foi dada pelo presidente do ACES Gerês-Cabreira aquando da visita do candidato do PS, José Luís Carneiro. Segundo explicou Nuno Oliveira, a unidade em questão “atingiu determinados patamares de eficiência e de desempenho na área do acesso, no assistencial, na gestão da saúde, da doença, da própria qualificação da prescrição que lhe permite ser modelo B”.

Com esta unidade de modelo B, o concelho de Amares passa a estar totalmente coberto por USF de modelo B, isto é, o concelho de Amares em termos de cuidados de saúde primários, “acaba por ter a melhor resposta que pode existir nos cuidados de saúde primários”.

Com esta ‘promoção’, as duas unidades de saúde, situadas no mesmo edifício, em Amares, passam a estar equivalentes nas respostas as utentes. “No fundo, as alterações passam por uma organização que permite uma equipa substitua os médicos, entre si, quando há ausências”, refere ainda Nuno Oliveira.

E isto “acaba por ter uma resposta para o utente, tanto ao nível dos profissionais médicos como dos profissionais de enfermagem. A equipa acaba sempre por encontrar uma resposta de substituição mesmo quando um médico ou profissional está ausente. O que não acontecia na unidade existente e que passa a estar organizada nesse sentido”.

Mais três candidaturas
Nuno Oliveira revelou ainda que há mais três candidaturas na forja. Em Terras de Bouro, há uma candidatura para criar uma unidade de saúde familiar modelo A e quer a unidade da Póvoa de Lanhoso quer a unidade da Vila de Prado já submeteram a candidatura para passarem a modelo B.

Para José Luís Carneiro, “está-se a qualificar a resposta, ao nível de esforço e reconhecimento mais elevado, permitindo uma metodologia de inter-substituição dos profissionais por forma a quem chega aos cuidados primários terá sempre uma resposta ao nível dos cuidados de enfermagem e ao nível dos cuidados médicos”.

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