PSD quer mais conhecimento das universidades na economia e no território

O cabeça de lista do PSD pelo distrito de Braga, André Coelho Lima, apontou hoje a Universidade do Minho como “uma das instituições de maior importância estratégica para a região e também para o País”, atendendo ao impacto da sua intervenção para o desenvolvimento e a competitividade do território.

Numa visita efetuada hoje à universidade, onde reuniu com o reitor, Rui Vieira de Castro, o líder dos candidatos sociais-democratas reconheceu “o papel de referência a nível internacional” que a UMinho tem desenvolvido, “apesar do desinvestimento e da desvalorização a que o governo do PS tem votado as instituições de ensino superior”.

“A Universidade do Minho, tal como as restantes instituições de ensino superior do país, precisa urgentemente de um governo que não as trate apenas como formadoras de alunos e que potencie o seu papel para o desenvolvimento sustentado de Portugal”, denunciou André Coelho Lima, numa ação em que foi acompanhado pelo também candidato a deputado Firmino Marques, número da lista do PSD no distrito, e dirigentes locais do PSD.

Um “novo governo com visão” e capacidade para “investir e potenciar as universidades na concretização de todo o seu potencial para o desenvolvimento económico e social dos nossos territórios” é o desafio que Coelho Lima traçou para as eleições legislativas, em defesa da opção pelo voto no PSD e em Rui Rio no próximo dia 30.

O deputado e vice-presidente do PSD não tem dúvidas em apontar as instituições de ensino superior como “decisivas para a coesão social, económica e territorial, ou seja, para a construção de um Portugal moderno, competitivo, solidário e mais justo”.

No programa social-democrata está consagrada a aposta para “incrementar a transferência de conhecimentos das Universidades, Institutos Politécnicos e dos Centros Tecnológicos e Incubadoras para o meio empresarial e empreendedor”.

Como sublinhou André Coelho Lima, o PSD propõe uma forte aposta em termos de políticas públicas e de fundos europeus “na Inovação, no Conhecimento e numa economia de elevado valor acrescentado, com uma forte valorização da qualificação dos trabalhadores”, designadamente em áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

No que toca ao ensino superior, os social-democratas querem duplicar o número de alunos em residências estudantis até ao final 2026. Para isso, comprometem-se a ampliar a cobertura nacional de residências estudantis e reforçar os apoios sociais aos alunos deslocados, “através da reabilitação de edifícios públicos e da construção de novas residências recorrendo ao cofinanciamento dos fundos regionais e da contratualização com a sociedade civil”.

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