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Preço das casas em Portugal manteve-se estável em abril

Os preços das casas em Portugal mantiveram-se estáveis (-0,2%) em abril face ao mês anterior, tendo descido apenas 0,2%. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.348 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral e anual, os preços subiram 1,9% e 6,8%, respetivamente.

Cidades capitais de distrito
Os preços das casas em abril subiram em 12 capitais de distrito, com Ponta Delgada (7,4%) e Aveiro (3,5%) a liderarem a lista. Seguem-se Beja (3,2%), Leiria (3%), Funchal (1,9%), Évora (1,7%), Setúbal (1,5%), Coimbra (1,3%), Braga (1%), Viseu (0,3%), Porto (0,3%) e Bragança (0,2%). Por outro lado, os preços desceram em Vila Real (-5,2%), Portalegre (-3,3%), Castelo Branco (-2,1%), Lisboa (-1,6%), Santarém (-0,8%), Guarda (-0,7%), Viana do Castelo (-0,3%) e Faro (-0,3%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.047 euros/m2. Porto (3.066 euros/m2) e Funchal (2.270 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.212 euros/m2), Aveiro (2.202 euros/m2), Setúbal (1.845 euros/m2), Évora (1.735 euros/m2), Coimbra (1.628 euros/m2), Braga (1.381 euros/m2), Ponta Delgada (1.363 euros/m2), Viana do Castelo (1.306 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Portalegre (619 euros/m2), Castelo Branco (762 euros/m2), Bragança (795 euros/m2), Guarda (805 euros/m2), Santarém (845 euros/m2), Beja (851 euros/m2), Vila Real (1.077 euros/m2), Leiria (1.185 euros/m2) e Viseu (1.221 euros/m2).

Distritos/Ilhas
As maiores subidas de preços tiveram lugar na Ilha de São Miguel (5,7%), Aveiro (3,2%), Évora (3%) e Ilha da Madeira (2,7%). Segue-se Porto Santo (2,3%), Leiria (1,8%), Bragança (1,1%), Santarém (1,1%), Setúbal (1%), Faro (1%), Viana do Castelo (0,9%), Ilha do Pico (0,8%), Guarda (0,8%), Braga (0,8%), Porto (0,6%), Portalegre (0,6%), e Coimbra (0,2%). Os preços em Beja mantiveram-se estáveis. Por outro lado, os preços desceram na Ilha do Faial (-7,8%), Ilha Terceira (-1,3%), Vila Real (-1,2%), Castelo Branco (-1,1%), Viseu (-0,7%), Ilha de Santa Maria (-0,7%) e Lisboa (-0,6%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.773 euros/m2), seguido por Faro (2.710 euros/m2), Porto (2.329 euros/m2), Ilha da Madeira (2.076 euros/m2), Setúbal (2.029 euros/m2), Aveiro (1.468 euros/m2), Ilha de Porto Santo (1.464 euros/m2), Ilha de Santa Maria (1.327 euros/m2), Leiria (1.320 euros/m2), Braga (1.291 euros/m2), Coimbra (1.217 euros/m2) e Ilha de São Miguel (1.192 euros/m2), Évora (1.121 euros/m2), Viana do Castelo (1.102 euros/m2) e Ilha do Pico (1.035 euros/m2).

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (581 euros/m2), Guarda (685 euros/m2), Castelo Branco (708 euros/m2), Bragança (785 euros/m2), Beja (826 euros/m2), Santarém (872 euros/m2), Vila Real (877 euros/m2), Viseu (888 euros/m2), Ilha do Faial (906 euros/m2) e Ilha Terceira (932 euros/m2).

Regiões
Durante o mês de abril, os preços das casas subiram em todas as regiões do país menos no Alentejo (-3%) e na Área Metropolitana de Lisboa (-0,6%). A liderar as subidas, encontra-se a Região Autónoma dos Açores (3,7%), seguida pela Região Autónoma da Madeira (2,7%). Seguem-se o Centro (1,9%), o Algarve (1%) e o Norte (0,4%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.381 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.710 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (2.062 euros/m2) e Norte (1.962 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.107 euros/m2), o Alentejo (1.149 euros/m2) e Centro (1.216 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Índice de preços imobiliários do idealista
Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

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