Os moradores das Ruas da Santa Casa da Misericórdia e Sr. do Ó, em Ferreiros, voltaram, hoje à reunião do executivo para, publicamente, contestar o parecer jurídico, tal como já o tinham feito ao ‘Terras do Homem’.
Os moradores reafirmam o facto do documento do advogado da câmara não mencionar os danos que o processo de estacamento provocou nas suas habituações, nem haver nenhum documento ou informação que prove que foi aquele tipo de estacamento o realizado. “Quando o parecer jurídico é baseado num embargo que não refere os danos, que não fala na deslocação dos fiscais antes do dia 17 de junho à obra, estamos a começar a história pelo meio”.
Para os moradores, “houve um crime de violação das regras de construção por parte do empreiteiro” que não foi tido em conta pela autarquia, a quem os moradores insistem atribuir responsabilidades “pela omissão de factos”.
Também foi referido pelos técnicos municipais presentes que foi levantada uma contraordenação ao empreiteiro por ter realizado um procedimento que não tinha sido informado: “este processo está em fase de instrução”.
Os moradores ponderam avançar judicialmente com a câmara por considerarem que “é 100% culpada em toda esta situação”.
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