O Museu do Linho e do Mundo Rural de Marrancos foi ampliado e ganhou o triplo do espaço. Dos anteriores 232 metros quadrados de área, o espaço passa para 585 metros quadrados e ‘ganha’ um espaço exterior para a realização de eventos.
Hoje, foram inauguradas as obras que transformaram o espaço num local onde para além de todo o ciclo do linho é possível ver a recriação de locais de casas do antigamente.
Com o apoio do Norte 2020, através do Provere – Projeto Âncora, a empreitada teve uma custo de cerca de 334 mil euros financiados a 85%.

O espólio pertencente a Abílio Ferreira passou a fazer parte do Município e a presidente da autarquia justificou a ampliação com “o dinamismo e crescente procura deste espaço” que “tornaram inadiável a realização destas obras de ampliação.
O projeto desenvolvido por um arquiteto municipal previu, ainda, a criação de um espaço exterior para a realização de eventos que “acrescenta maior capacidade de resposta e permite que o Museu cumpra de forma ainda mais cabal a sua missão de recolha, preservação e valorização de um espólio único que retrata fielmente uma relevante faceta do mundo rural do nosso concelho”.

Elogiando Abílio Ferreira “pelo conhecimento e constante disponibilidade e entrega a este Museu”, Júlia Fernandes espera que “o museu continue a crescer e a maravilhar todos os seus visitantes” prometendo “continuar a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que prossiga na senda da conservação e da divulgação das nossas tradições e de usos e costumes”.
Abílio Ferreira era uma homem feliz: “falta com uma pequenina coisa, mas está aqui tudo o que pensei para deixar ficar para a minha freguesia”.

Também o presidente da junta, Manuel Rodrigues, se associou “a este momento muito feliz para a freguesia: o Museu é atualmente um dos maiores embaixadores da nossa terra, que nos orgulha e envaidece” até porque “a cultura é uma forma sublime de engrandecer um povo”.
Trazendo muitas pessoas de Vila Verde e de fora do concelho para o visitar, o presidente da Junta, acrescenta que “a nova ampliação responde de forma eficaz” às novas solicitações. “Queremos que seja um museu vivo que explique as práticas ancestrais aos mais novos e não só”.






