Abastecer a despensa ficou mais caro desde que começou a guerra na Ucrânia, sendo que, atualmente, um cabaz de bens alimentares considerados essenciais já custa mais de 206 euros, de acordo com uma monitorização de preços que é feita semanalmente pela DECO Proteste. Quais os preços que mais subiram na última semana?
Entre os dias 24 e 31 de agosto, os dez produtos com maiores subidas de preço foram o queijo flamengo (mais 6%), os medalhões de pescada (mais 5%), o pão de forma sem côdea (mais 5%), a cenoura (mais 5%), os brócolos (mais 4%), o açúcar branco (mais 4%), o grão cozido (mais 4%), o arroz agulha (mais 3%), o iogurte líquido de morango (mais 3%) e os flocos de cereais (mais 2%).
O preço de um cabaz de alimentos considerados essenciais aliviou cerca de 1,6% nessa mesma semana, mas já vai nos 206,39 euros, segundo os cálculos da DECO.
Desde 23 de fevereiro a DECO tem monitorizado, todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, os preços de um cabaz de 63 produtos alimentares essenciais que inclui bens como peru, frango, pescada, carapau, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
“Começamos por calcular o preço médio por produto em todas as lojas online do nosso simulador em que se encontra disponível e depois, somando o preço médio de todos os produtos, obtemos o custo do cabaz para um determinado dia”, pode ler-se no site da DECO Proteste.
