O Município de Amares vai ter do ‘Portugal 2030’ cerca de 15,5 milhões de euros para investimentos no concelho. As verbas saem dos 130 milhões que ‘calharam’ à CIM-Cávado e a proposta já está fechada, como anunciou, hoje, em reunião de câmara o presidente, Manuel Moreira.
Aliás, o autarca aproveitou para elencar os projetos que ficaram alocados a esta verba, “que iremos começar já a desenvolver, mas que o próximo executivo pode ajustar ou trocar por outros que considere mais prioritários. Assim o grosso da verba vai ser para o circulo urbano da água, 3,7 milhões de euros, “minimizando perdas e aumentando a eficácia e saneamento”. Há, ainda, 2,5 milhões para regeneração urbana, sobretudo, da Praça D. Gualdim Pais em Amares; 2 milhões será para fechar a mobilidade ligando a Ponte do Porto à Ponte de Rodas e 1,5 milhões para a aquisição e início de recuperação da Casa da Botica em Amares.
Para obras nas escolas básicas fica reservada uma verba de 250 mil euros, 200 mil euros para equipamentos sociais, 50 mil para o centro de saúde de Amares, 300 mil euros para equipamentos desportivos com o Campo de Caldelas à cabeça, 600 mil euros para o Mosteiro de Bouro, 500 mil euros para o Monte de S. Pedro Fins, 500 mil euros para obras no edifício municipal; 50 mil euros para colocar som no auditório Conde Ferreira, 50 mil para a Biblioteca, 150 mil para recupera o edifício da Geira em Lago e 100 mil para a lavagem de postos de água.
A isto há, ainda, a acrescentar uma verba de 1,5 milhões de euros que os Munícipios de Amares e Braga ‘trocaram’. Amares ‘deu’ 1,5 milhões no item da regeneração urbana a Braga e o Município bracarense cedeu 1,5 milhões a Amares na área da água que Manuel Moreira disse quere “utilizar para construir a ETA”.
A oposição congratulou-se com a atribuição desta verba, ainda que Pedro Costa, do PS, tenha considerado “insuficiente” a verba alocada para o saneamento: “Vai ser preciso muito mais”. No entanto, Manuel Moreira revelou que “para o saneamento, vamos ao concurso nacional dos fundos”.
