No dia 30 de maio, às 16h no Museu Pio XII, será inaugurada a exposição “Pão vivo do Céu – Alimento dos Homens”.
A exposição insere-se na programação do V Congresso Eucarístico Nacional. Enfatizará a comunhão entre todas as dioceses portuguesas, mostrando peças que representam as três metrópoles que o nosso país engloba: Braga, Lisboa e Évora.
Recordar a história da Eucaristia; sublinhar o seu valor e significado, na vida dos crentes, na vida da Igreja, na vida do mundo; relevar o modo como a fé na Eucaristia se plasmou nos têxteis, no mobiliário, na ourivesaria, nos adereços litúrgicos, na devocionária; conhecer alguns dos devotos que fizeram da Eucaristia o seu farol e a sua força e são hoje candidatos às honras dos altares – eis alguns dos propósitos da exposição que estará patente no Museu Pio XII, entre os dias 30 de maio e 14 de junho.
Os veneráveis cuja vida se dará a conhecer e que estarão presentes através de marcas que nos deixaram e da espiritualidade que nos legaram, são oriundos de várias zonas do nosso país. Assim, teremos connosco, em pegadas e na união de espírito, a beata Alexandrina de Balazar; Pe. Abílio Gomes Correia; Frei Bernardo de Vasconcelos; Irmã Alzira Sobrinho; D. Manuel Mendes da Conceição Santos e D. João de Oliveira Matos.
São convidadas a visitarem a exposição todas as paróquias e comunidades cristãs, todos os movimentos de espiritualidade, todos as associação de fiéis, todos os cristãos e amantes da arte, da cultura e da espiritualidade. De um modo especial, a exposição poderá ser proveitosa para grupos de catequese, constituindo-se como um momento privilegiado de evangelização.
Sabem os crentes que a Eucaristia, instituída por Jesus em Quinta-Feira Santa, nos fala da presença de Deus na história e na vida dos homens; é manifestação plena do amor de Jesus; é dom por excelência, do Pai, do Filho e do Espírito Santo; é sacrifício onde Cristo se faz cordeiro por nós imolado; é atualização do mistério pascal (da paixão, morte e ressurreição de Jesus); é banquete terreno que faz pregustar o banquete celeste.”
