A criança de quatro anos que partiu recentemente uma jarra com 3.500 anos no Museu Hecht, em Haifa, Israel, regressou ao ‘local do crime’ na sexta-feira.
O menor, que ‘aproveitou’ uma distração da mãe para “ver o que estava dentro do artefato”, segundo explicou, levou também uma oferta.
De acordo com as publicações internacionais, o jovem levou um vaso feito por si e encontrou-se com os curadores do museu e com os funcionários. A jarra em questão, que servia para guardar vinho ou óleo, vai ser restaurada.
Já à imprensa, a mãe explicou o momento em que a queda do artefacto aconteceu e que depois de ouvir o barulho causado pela queda pensou “por favor, que não tenha sido um dos meus filhos”.
O pai contou também que mal se apercebeu de que a situação tinha sido causada pelo filho foi logo ter com os seguranças e até se ofereceu para cobrir os estragos, na esperança de que fosse uma réplica. “Viram que não tinha sido vandalismo e convidaram-nos a voltar”, apontou.
O dos especialistas em restauração, Roee Shafir, contou que o processo seria simples e defendeu mesmo que às vezes tocar nos objetos pode desenvolver um interesse maior pela história. “Gosto que as pessoas toquem nos objetos. Não partam, mas toquem nas coisas. É importante, considerou”, afirmou.
