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Doente psiquiátrico condenado por perseguir procuradora de Braga fica em liberdade

Um homem que perseguiu e difamou uma procuradora do Ministério Público (MP) que dirigia um inquérito no qual ele era queixoso, em Braga, vasculhando-lhe as redes sociais e a vida familiar e dando-lhe a conhecer que conseguia armas e assassinos profissionais para a intimidar, fazendo questão que ela o soubesse através de dezenas de requerimentos, foi condenado mas não vai ser internado como medida de segurança, porque os juízes suspenderam essa pena deixando-o em liberdade.

O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a decisão da Relação de Guimarães, que deu razão a um recurso do MP após o Tribunal de Braga ter, em primeira instância, considerado o homem culpado mas inimputável em razão de anomalia psíquica, mas não lhe aplicando qualquer medida de segurança. A magistrada receou pela sua vida e integridade física, acreditando que seria alvo de um atentado.

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