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Roteiro da CDU “Viver Melhor em Guimarães” visitou o Caminho Real

O Roteiro “Viver melhor em Guimarães”, promovido pela CDU, foi no sábado passado verificar o estado do Caminho Real.

Nesta visita, que contou com a presença do eleito da CDU de Candoso S. Martinho, José Salgado Almeida, profundo conhecedor daquele percurso, e do deputado da Assembleia Municipal da CDU Torcato Ribeiro, teve como principal objetivo expor alguns problemas que se encontram no Caminho Real, em particular no trilho que liga o Batoca Parque à zona da ponte de madeira.

Durante a visita ao local, foram identificados alguns problemas por falta de manutenção, que causa a degradação de alguns materiais, o que potencia o risco para quem utiliza este percurso.

Relembramos que estes caminhos são utilizados para caminhadas, corridas e até para quem circula de bicicleta.

Entre os problemas observados destacamos:

– vegetação excessiva, a ocupar as zonas de descanso e o seu mobiliário;
– poças de água que se formam com a chuva, por escoamento deficiente, dificultando a sua utilização;
– estruturas de observação de aves deterioradas e com madeira apodrecida;
– guias metálicas expostas, constituindo um risco sério, especialmente para quem corre ou utiliza a bicicleta.

A pouco mais de um mês de celebrarmos o título de Capital Verde Europeia, a CDU considera que as condições em que se encontra este caminho não se coadunam com a celebração e a necessária mudança de comportamentos.

O Caminho Real é um espaço de lazer e bem-estar que deve estar em condições seguras e dignas para todos.

A CDU questionou o executivo da Câmara Municipal de Guimarães sobre as condições do Caminho Real, mormente no trilho que liga o Batoca Parque à zona da ponte de madeira.

– Estão identificados os problemas relativos à falta de manutenção no Caminho Real, que colocam a segurança dos seus frequentadores em causa?
– Está previsto investimento para a recuperação e manutenção destes espaços?
– Existem mais problemas como os aqui identificados, devido à idade dos equipamentos, e à falta de investimentos?

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