“Umas festas do povo para o povo”. Foi assim que a presidente da câmara de Vila Verde definiu as festas concelhias em honra de Santo António que se realizam de 9 a 14 de junho e hoje apresentadas. A cantora Anabela é a convidada especial da Orquestra Viv’Arte, no concerto que abre as festividades no dia 9. Groove Addiction a 10, Chico da Tina a 11 e João Pedro Pais a 14 são as outras atrações musicais.
Mas o cartaz, “com um conjunto enorme de iniciativas que agradam a todos onde todas as novidades foram pensadas para agradar a todos os públicos”, está desenhado para todas as idades. Dia 10 a partir das 19h00 saem para a rua as marchas populares. Dia 12 é noite de rusgas e no feriado 13 o cortejo da tradição está marcado para as 17h00 sendo a noite preenchida com o 65º festival folclórico luso-espanhol com a participação de grupos de Moreira da Maia, Ílhavo, Seia, Pontevedra, Toledo e do anfitrião Grupo Folclórico de Vila Verde.
O domingo dia 14, para além das cerimónias religiosas com a missa solene às 11h000, tem o festival folclórico concelhio a partir das 14h30 com os ranchos de Cervães, Valdreu, Turiz, Cabanelas, União das Tradições, Atiães, Marrancos e Aboim da Nóbrega. A procissão está marcada para as 17h00, terminando as festividades com o concerto de João Pedro Pais e uma sessão de fogo de artifício.
“Todo o programa é construído em rede e com parcerias que trazem a Vila Verde um número enorme de pessoas”, referiu Júlia Fernandes que acrescentou: “quantas mais parcerias tivermos mais garantimos a qualidade, a participação a dedicação e o empenho de todos”.
O cartaz “valoriza o movimento associativo, as freguesias, a cultura e a tradição. Faz-se com tudo e com todos desde os mais pequeninos”.
Os espaços para os mais jovens, como o after party ou o festival da febra, continuam presentes, dinamizados pelas associações locais.
Orçamento
Com um orçamento a rondar os 250 mil euros, Júlia Fernandes prefere falar em investimento: “É um investimento no território, nas pessoas, na dinamização da economia e na promoção da nossa cultura e das nossas tradições”. Com 750 camas espalhadas pelo território, a autarca recorda que “as festividades trazem muita gente de fora que ficam por cá e frequentam os nossos restaurantes que são todos de muita qualidade. Tudo isto faz com que queiram regressar noutras alturas do ano”.
