Vila Verde

Grupo Desportivo de Prado junta centena e meia de ‘Glórias de Outros Tempos’

Numa iniciativa enquadrada na Comemoração do Centenário do Grupo Desportivo de Prado, os seus responsáveis actuais juntaram este sábado, naquele recinto desportivo, cerca de 150 “Glórias de Outros Tempos”.

Um momento marcado por reencontros de antigos jogadores e treinadores que por ali passaram, alguns há mais de meio século, hoje finalmente juntos para darem abraços e matar saudades.

Miguel Lemos, um dos dirigentes do Clube abriu a sessão comemorativa. “Celebrar 100 anos de história é celebrar as pessoas que, geração após geração, dedicaram tempo, esforço, paixão e coração a este Clube”, começou por referir. “Cada um de vós deixou a sua marca na história do Grupo Desportivo de Prado. O Centenário que hoje celebramos é o resultado da dedicação, do espírito de sacrifício e do amor ao clube de muitas gerações”, acrescentou.

Também Francisco Peixoto, dirigente do Clube, falou em memória, celebração, gratidão e saudade. “Estamos aqui para celebrar 100 anos de pessoas”, porque, referiu, “há momentos que ficam para a história e há outros momentos que são a própria história”, histórias essas “que começaram com uma bola e acabaram por construir uma comunidade”.

No seu discurso, Francisco Peixoto relembrou também “aqueles que já não estão fisicamente entre nós, mas que continuam presentes em cada fotografia, em cada troféu, em cada história contada e em cada canto deste clube”.

António Cartaxo Nabo foi primeiro atleta e depois treinador. Aos 81 anos, falou da década de 80, uma altura de muitas alegrias para o Prado. “Cheguei cá quando o Clube estava na primeira regional. Várias vitórias deram-lhe acesso à terceira divisão nacional e, já comigo a treinador, o Prado subiu à segunda liga, um feito histórico que, no entanto, acabou por trazer algumas dificuldades, porque o Prado, a treinar só à noite, porque todos os jogadores eram trabalhadores, estava a competir com equipas profissionais e não conseguiu ter forças para se manter ali”, recordou. Quanto ao encontro de hoje, o antigo membro da equipa falou numa “sensação grande por ver caras conhecidas que fizeram do Prado um grande Clube”.

Também Manuel Gonçalves Gomes, mais conhecido por Professor Neca, que ali iniciou a vida dele como treinador, o que o levou a percorrer e a conhecer o mundo, recordou-nos momentos dos finais da década de 70 e início da década de 80. Levou o Grupo Desportivo de Prado ao futebol profissional, “fruto do trabalho de muita gente”, vincou.

Para ele, esta iniciativa de juntar velhas glórias, serviu para recordar algumas memórias desses tempos. “Foram cerca de 45 anos sem ver alguns destes colegas que eu já não os conhecia, devido a essa ausência de contacto, mas registo com emoção que, apesar de mais velhos, estão mais sábios e mais experientes.

Miguel Lemos, da direcção daquele Grupo, abriu a sessão comemorativa. “Celebrar 100 anos de história é celebrar as pessoas que, geração após geração, dedicaram tempo, esforço, paixão e coração a este Clube”, referiu.

“Cada um de vós deixou a sua marca na história do Grupo Desportivo de Prado. O Centenário que hoje celebramos é o resultado da dedicação, do espírito de sacrifício e do amor ao clube de muitas gerações”, acrescentou.

Também Francisco Peixoto, dirigente do Clube, falou em memória, celebração, gratidão e saudade. “Estamos aqui para celebrar 100 anos de pessoas”, porque, referiu, “há momentos que ficam para a história e há outros momentos que são a própria história”, histórias “que começaram com uma bola e acabaram por construir uma comunidade”.

No seu discurso, Francisco Peixoto relembrou também “aqueles que já não estão fisicamente entre nós, mas que continuam presentes em cada fotografia, em cada troféu, em cada história contada e em cada canto deste clube”.

Albano Bastos e Vânia Duarte estiveram presentes, representando a Junta de Freguesia da Vila de Prado.

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