Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 2,4% em junho, face ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 16,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês, tendo em conta o valor mediano, afastando-se do máximo histórico de 17 euros/m2, registado em outubro de 2025. Trata-se de uma tendência de descida que se tem vindo a consolidar nos últimos cinco meses, com descidas de 1,9% em janeiro, 1,4% em fevereiro, 1,2% em março, 2,7% em abril e 2,9% em maio.
Cidades capitais de distrito e região autónoma
O preço das casas para arrendar aumentou em 12 das 16 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, manteve-se estável em Aveiro (0,2%) e desceu nas restantes três. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (20,5%), Santarém (12,1%), Funchal (12,1%) e Viana do Castelo (10,4%). Seguem-se Setúbal (8,3%), Castelo Branco (8,3%), Faro (7%), Évora (6,8%), Leiria (4,5%), Ponta Delgada (3,6%), Braga (2,9%) e Coimbra (1,3%). Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se na Guarda (-23%), Vila Real (-6,7%), Porto (-5,8%), Coimbra (-4%), Lisboa (-1,7%) e Faro (-1,1%).
Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,8 euros/m2, seguida do Funchal (16,8 euros/m2) e do Porto (16,4 euros/m2). Logo depois surgem Faro (15,2 euros/m2), Setúbal (14,1 euros/m2), Coimbra (13,0 euros/m2) e Évora (12,7 euros/m2). Seguem-se Aveiro (11,6 euros/m2), Ponta Delgada (11,1 euros/m2), Viana do Castelo (10,2 euros/m2), Braga (10,1 euros/m2) e Santarém (9,8 euros/m2). No segmento intermédio encontra-se Leiria (9,3 euros/m2).
As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,7 euros/m2), Bragança (7,5 euros/m2) e Castelo Branco (7,4 euros/m2).
Distritos e ilhas
Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em 12 dos 20 distritos e ilhas analisadas, mantiveram-se estáveis em ilha de São Miguel (0,2%) e Viseu (0%) e desceram nos restantes seis. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (35,8%), ilha da Madeira (10,5%), Viana do Castelo (8,2%), Évora (7,3%) e Santarém (7,2%). Registaram-se ainda aumentos em Castelo Branco (6,8%), Portalegre (5,6%), Setúbal (5,6%), Aveiro (2,8%), Beja (2,3%), Braga (1,7%) e Leiria (1,2%). Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se na Guarda (-23%), Coimbra (-4%), Vila Real (-6,7%), Porto (-5,8%), Lisboa (-1,7%) e Faro (-1,1%).
O distrito de Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caras para arrendar casa, com um preço mediano de 20,0 euros/m2, seguido da ilha da Madeira (15,9 euros/m2). Logo depois surgem Faro (15,5 euros/m2), Porto (14,9 euros/m2) e Setúbal (14,7 euros/m2).
Com valores iguais ou acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Évora (12,1 euros/m2), Coimbra (11,8 euros/m2), ilha de São Miguel (10,8 euros/m2), Leiria (10,4 euros/m2), Viana do Castelo (10,4 euros/m2), Beja (10,3 euros/m2), Aveiro (10,3 euros/m2) e Braga (10,2 euros/m2).
No segmento intermédio surgem Santarém (9,4 euros/m2), Castelo Branco (8,4 euros/m2), Bragança (7,9 euros/m2), Vila Real (7,8 euros/m2) e Viseu (7,7 euros/m2). Os distritos mais económicos continuam a ser Portalegre (6,8 euros/m2) e Guarda (6,0 euros/m2).
Regiões
Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em três das sete regiões portuguesas analisadas, mantiveram-se estáveis no Centro (-0,3%) e desceram nas restantes três.
As maiores subidas anuais registaram-se na Região Autónoma da Madeira (10,3%), seguida do Alentejo (10,2%) e da Região Autónoma dos Açores (5,1%). Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais no Norte (-6,4%), na Área Metropolitana de Lisboa (-1,3%) e no Algarve (-1,1%).
A Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,5 euros/m2. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (15,8 euros/m2) e o Algarve (15,5 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (13,6 euros/m2) e o Alentejo (12,2 euros/m2). As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores (10,7 euros/m2) e o Centro (10,3 euros/m2).
