O Município de Braga e o Regimento de Cavalaria n.º 6 (RC6) assinaram o protocolo de colaboração que assegura a vigilância das áreas florestais do concelho durante o período crítico de incêndios rurais.
No âmbito desta parceria, que se mantém desde 2015, militares do RC6 realizarão patrulhamentos diários entre 1 de junho e 30 de outubro, reforçando a vigilância em zonas florestais estratégicas do concelho, nomeadamente Pedralva, Sobreposta, União de Freguesias de Este, Bom Jesus, Sameiro, Falperra, Santa Marta das Cortiças e Morreira.
Na ocasião, João Rodrigues destacou que, embora não seja possível garantir que não ocorram incêndios, “é responsabilidade do Município disponibilizar todos os meios ao seu alcance para prevenir a sua ocorrência e minimizar a sua propagação.” O autarca sublinhou ainda a importância da colaboração entre as diferentes entidades, salientando que “a cooperação entre a Câmara Municipal e o RC6 se estende a diversas áreas e constitui um benefício direto para a população.”
O presidente da Câmara reforçou também a preocupação do Município com a proteção da floresta, lembrando que Braga possui uma vasta área florestal e património classificado, como o Bom Jesus do Monte, cuja preservação exige um “esforço permanente de prevenção e vigilância”. Nesse sentido, reiterou o compromisso da autarquia com a defesa da floresta, do território e com o combate aos incêndios rurais.
Por sua vez, o comandante do Regimento de Cavalaria n.º 6, coronel Luís Quinteiros Morais, destacou que a presença do Exército no terreno é amplamente reconhecida e respeitada pela população, constituindo um importante fator de proximidade, segurança e dissuasão. O responsável salientou ainda que a vigilância florestal continua a assumir um papel prioritário para o RC6, refletindo o forte vínculo da unidade militar à comunidade bracarense.
Através deste protocolo, o Município assegura o apoio logístico necessário às operações, nomeadamente combustível e manutenção das viaturas, garantindo as condições para que as patrulhas decorram diariamente em estreita articulação com os restantes agentes de proteção civil.
