As praias fluviais de Braga continuam a afirmar-se como um dos principais destinos de verão do concelho. Nesta época balnear de 2026, as praias fluviais foram frequentadas por 263 580 pessoas entre 18 de junho e 14 de setembro. Os dados recolhidos pelos equipamentos de contagem confirmam a elevada utilização destes espaços e a sua importância enquanto locais de lazer, convívio e contacto com a natureza.
A Praia Fluvial de Adaúfe apresentou o valor mais elevado, com 134 927 pessoas. Seguiu-se Merelim S. Paio, com 95 647 pessoas no conjunto dos pontos monitorizados. A Praia Fluvial da Ponte do Bico recebeu 18 249 pessoas. Por sua vez, a Praia Fluvial do Cavadinho foi frequentada por 14 757 pessoas.
Adaúfe e Merelim S. Paio concentraram, em conjunto, mais de 87% das pessoas que frequentaram as praias fluviais durante a época balnear. Ao longo dos 89 dias abrangidos pela monitorização, os quatro locais foram frequentados por uma média diária de cerca de 2 962 pessoas.
Para o vice-presidente do Município de Braga, Altino Bessa, estes resultados confirmam a importância que as praias fluviais têm na relação dos bracarenses com o território. “As mais de 263 mil visitas às nossas praias fluviais durante a época veraneante fazem-nos ter a certeza de que estes espaços são hoje fundamentais na vida do concelho. São lugares de proximidade, encontro e bem-estar. São espaços onde se cruzam a valorização ambiental, a qualidade de vida e o direito de todos a usufruir do espaço público. Estes números traduzem, acima de tudo, uma escolha das pessoas e confirmam a responsabilidade em continuar a qualificar esta rede”.
Altino Bessa reconhece ainda o contributo das freguesias para estes resultados. “É imperativo ressaltar que estes resultados são também fruto do trabalho de proximidade desenvolvido pelos presidentes das juntas de freguesia e das uniões de freguesias, cujo empenho tem sido determinante na valorização e no acompanhamento quotidiano destes espaços. O conhecimento que possuem do território e a capacidade de mobilização das comunidades locais tornam-nos parceiros indispensáveis. É através desta cooperação permanente, assente na confiança, na partilha de responsabilidades e numa visão comum para o concelho que conseguimos responder melhor às necessidades das populações e assegurar praias fluviais mais cuidadas, seguras e acolhedoras”.
Os equipamentos de contagem funcionam de forma não intrusiva e não captam nem gravam imagens, assegurando a privacidade dos utilizadores.
Por fim, o vice-presidente destaca o contributo dos dados recolhidos para a definição das políticas públicas. “A instalação destes equipamentos insere-se numa política pública orientada pelo conhecimento. Os dados permitem-nos compreender melhor a utilização de cada praia fluvial, antecipar necessidades e adequar a resposta municipal à realidade observada. A tecnologia só tem verdadeiro valor quando melhora a vida das pessoas. Neste caso, ajuda-nos a tomar decisões mais rigorosas e a preparar estes espaços para o futuro, sem perder de vista aquilo que lhes confere identidade: a natureza, a proximidade e a possibilidade de serem usufruídos por todos”, acrescenta Altino Bessa.
