O Movimento Dignidade Académica reuniu ontem, dia 19 de março, com o Reitor Pedro Arezes e com o Pró-reitor para a Sustentabilidade e Infraestruturas físicas, professor Tiago Miranda.
Durante a reunião foram abordados vários assuntos do Manifesto apresentado pelo Movimento. “É notória uma necessidade urgente de intervenção nas infraestruturas dos campi, que será elaborada por fases e consoante as prioridades, de acordo com um levantamento feito pelas diversas Escolas e Institutos da Universidade do Minho, e uma manutenção regular das mesmas. Mas para que isso seja possível, é preciso que o orçamento as comporte e haja financiamento externo para suportar parte das necessidades, visto que a falta de manutenção existente até agora agravou imenso o estado de degradação dos edifícios, e com isso os valores da sua reparação”. Está também na agenda da reitoria a atualização do software de suporte aos alunos, docentes, investigadores e funcionários da Universidade, bem como a valorização das carreiras dos funcionários, investigadores e docentes para que a Universidade do Minho continue o seu percurso de valorização nacional e internacional.
“Como Movimento expusemos as queixas e propostas que recebemos durante o período de Recolha de Assinaturas, e questionamos como é que enquanto Movimento, em conjunto com o resto da Comunidade Académica, podemos contribuir para ajudar a Universidade no que toca a questões de pedidos de financiamento externo”.
A celeridade na marcação desta reunião evidencia uma maior abertura por parte da atual Reitoria, bem como a sua intenção de promover uma maior proximidade e diálogo com a comunidade académica.
O Movimento Dignidade Académica expressa o seu agradecimento a todas as pessoas que contribuíram para este processo, nomeadamente através da assinatura da petição e do envio de sugestões e contributos. “A participação ativa da comunidade tem sido fundamental para a prossecução dos objetivos do Movimento, que visam fomentar a coesão e o sentido de pertença nos campi universitários”.
Por fim, sublinha-se a disponibilidade do Movimento para continuar a colaborar de forma construtiva com a Reitoria, com vista à identificação e resolução de questões relevantes para a comunidade académica. “Esta reunião constitui, assim, o ponto de partida para um trabalho contínuo, orientado para a construção de uma universidade mais inclusiva, digna e representativa de todos os seus membros”.
