Vila Verde

Centro de Saúde de Vila Verde entra em obras de requalificação

O Centro de Saúde de Vila Verde vai ser alvo de trabalhos de requalificação integral do edifício a partir da próxima segunda-feira, num investimento superior a 700 mil euros assumido pelo Município, com recurso a financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

De acordo as previsões para a execução da obra, a intervenção deverá prolongar-se até ao final do ano, obrigando a esperadas alterações e constrangimentos na atividade dos serviços do Centro de Saúde, designadamente ao nível do atendimento e da localização de equipamentos.

Para minorar o impacto, o Município assegurou já a instalação de monoblocos destinados a suprir temporariamente a indisponibilidade dos habituais gabinetes médicos e instalações sanitárias, encontrando-se igualmente concluídas e devidamente testadas as ligações de água, saneamento, eletricidade e de ar condicionado.

Num trabalho de cooperação dos profissionais do Município e da ULS Braga, as estruturas provisórias estão a ser dotadas do mobiliário, das ligações de comunicação e demais materiais necessários ao pleno funcionamento da USF Pró-Saúde.

A requalificação do Centro de Saúde, adjudicada através de concurso público à empresa ‘Oliveiros Group’, tem particular atenção à melhoria da eficiência energética e abrange a substituição da cobertura do edifício, a recuperação de fachadas, a renovação de luminárias e climatização integral.

A intervenção visa melhorar também a funcionalidade e a eficiência dos serviços, garantindo de forma gradual melhores condições de trabalho, maior conforto e segurança para os profissionais e para os utentes, num edifício construído em 1999 e com uma área superior a 2.300 metros quadrados.

O vereador Patrício Araújo, responsável pelo pelouro da saúde, alerta para os naturais constrangimentos que a intervenção provocará, apelando à compreensão de profissionais e utentes.

Patrício Araújo salvaguarda, no entanto, que o Município continuará “absolutamente empenhado” para que sejam asseguradas todas as condições para garantir o bom funcionamento do serviço de saúde, ao mesmo tempo que prosseguirão os esforços para que as obras decorram no mais breve espaço de tempo possível.

As obras, que se prevê com duração “nunca inferior a 90 dias”, serão executadas de forma faseada, como forma de mitigar o impacto da intervenção programada, remetendo-se para mais tarde outras intervenções que venham a ser consideradas oportunas para continuar a melhorar a prestação dos serviços de saúde à população.

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