O ex-presidente da Junta de Maximinos e atual responsável pelo Grupo Independente Servir Maximinos, Sé e Cividade, João Seco Magalhães, veio a público denunciar a falta de gás natural em pleno centro da cidade de Braga.
Na Rua da Cruz de Pedra e suas vizinhas, no centro histórico de Braga, onde habitam muitas pessoas idosas, “estas são obrigadas a carregar botijas de gás para terem direito a água quente para o banho. A rede de gás natural esbarrou nuns achados arqueológicos”, refere em comunicado.
“É assim porque esta área de Braga possui novas mas estranhas atrações turísticas para aqueles que visitam o melhor destino da Europa: um emaranhado de fios que se vão desprendendo das fachadas das habitações gera uma situação de abandono e degradação visual que se agrava”, acrescenta.
Seco Magalhães sugere ainda, que “para reduzir a proliferação de tampas, de várias formas e materiais, à superfície dos arruamentos e acabar com os permanentes rasgos, valas e reposições, tantas vezes deficientes, dos revestimentos das superfícies das nossas ruas, achamos e sugerimos que se evolua no sentido da implementação de valas técnicas, concentrando numa galeria única as diversas infraestruturas urbanas necessárias, colocando-as preferencialmente sob os passeios”.
Cáustico diz ainda que “a atração não reside nos moradores mesmo que tenham sido alvo de estudos em seis universidades do mundo (Marketing e promoção de estratégias) mas sim pela ‘beleza’ que as fachadas dos prédios apresentam: são ornamentadas com um infindável emaranhado de fios eléctricos e de telefones que faz lembrar o início do século passado”.
A Rua Cruz de Pedra e vizinhas, com uma população envelhecida e com autonomia reduzida, têm sido notícia pela falta de infraestruturas básicas, a começar pelo gás e a acabar na electricidade, sem esquecer o saneamento.
