Os Recenseamentos da População e Habitação, que se realizam de dez em dez anos, são operações estatísticas fundamentais para o conhecimento das principais características da população e da habitação do país, a sua realidade social e económica, produzindo também informações imprescindíveis para a tomada de decisões do sector público e privado.
Em Portugal, no dia 19 de abril, inicia-se a resposta aos Censos 2021 pela Internet. “Todos beneficiaremos dos dados estatísticos que o INE disponibilizará à sociedade, incentivando o estudo do presente para planear melhor o futuro”, refere a delegação municipal para o Censos.
“Mas a realização eficaz dos Censos só é possível através da colaboração empenhada de toda a população, pelo que este Instituto está a mobilizar um vasto conjunto de entidades públicas e privadas para o apelo a essa colaboração”.
A participação da população nestes recenseamentos, para além de obrigatória nos termos da legislação, é, sobretudo, um direito de cidadania e um ato cívico fundamental para o conhecimento do País.
Os censos com resposta eletrónica era já, sem dúvida, a opção estratégica do INE. Neste momento de saúde pública tão excecional como a que estamos a viver, esta opção de resposta revela-se ainda mais importante.
Desde 5 de abril estão a ser distribuídas cartas pelos recenseadores nas caixas de correio em todos os alojamentos. Quando a resposta pela Internet não for possível, a população tem ao dispor outras alternativas, nomeadamente:
• telefone para grupos da população com maior dificuldade na resposta pela Internet ou impedidos de contacto presencial, nomeadamente por razões de saúde pública;
• e-balcão nas Juntas de Freguesia (mediante as condições de acessibilidade locais e em função da respetiva situação de saúde pública);
• autopreenchimento dos questionários em papel, entregues pelos recenseadores, que cumprem um rigoroso Protoloco de Saúde Pública, e que se preveem em número reduzido face às alternativas de resposta sem contacto com o Recenseador.
